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Efetividade de um programa de estimulação cognitiva individual na pessoa idosa com deterioração cognitiva

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Enquadramento: O número de pessoas com demência aumenta significativamente com o processo de envelhecimento, contudo, este pode ser retardado através de intervenções não farmacológicas, como a estimulação cognitiva. Objetivo: Avaliar a efetividade da Estimulação Cognitiva Individual na cognição, qualidade de vida, sintomas neuropsiquiátricos, bem como na qualidade da relação entre a pessoa com demência e cuidador. Metodologia: Foi realizado um estudo quase-experimental, com a duração de 12 semanas. O programa de estimulação cognitiva, designado “Fazer a Diferença 3”, foi implementado a pessoas com demência a residirem na comunidade. A avaliação dos outcomes de interesse foi realizada no pré e pós-intervenção. Resultados: Após a aplicação do programa, verificaram-se melhorias estatisticamente significativas nos sintomas neuropsiquiátricos (p = 0,042) e na cognição (p = 0,038). Conclusão: Sugere-se a forte disseminação e implementação deste tipo de intervenções, pelos ganhos que promove nas pessoas idosas com deterioração cognitiva.
Autores principais:Rodrigues,Joana Filipa Cunha
Outros Autores:Santos,Diana Gabriela Simões Marques dos; Rocha,Susana Maria Moreira da; Carvalho,Carla Isabel Mota de; Santos-Costa,Paulo; Gil,Isabel Maria de Assunção; Silva,Rosa Carla Gomes
Assunto:enfermagem demência estimulação cognitiva cuidadores idoso quase-experimental
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo Enquadramento: O número de pessoas com demência aumenta significativamente com o processo de envelhecimento, contudo, este pode ser retardado através de intervenções não farmacológicas, como a estimulação cognitiva. Objetivo: Avaliar a efetividade da Estimulação Cognitiva Individual na cognição, qualidade de vida, sintomas neuropsiquiátricos, bem como na qualidade da relação entre a pessoa com demência e cuidador. Metodologia: Foi realizado um estudo quase-experimental, com a duração de 12 semanas. O programa de estimulação cognitiva, designado “Fazer a Diferença 3”, foi implementado a pessoas com demência a residirem na comunidade. A avaliação dos outcomes de interesse foi realizada no pré e pós-intervenção. Resultados: Após a aplicação do programa, verificaram-se melhorias estatisticamente significativas nos sintomas neuropsiquiátricos (p = 0,042) e na cognição (p = 0,038). Conclusão: Sugere-se a forte disseminação e implementação deste tipo de intervenções, pelos ganhos que promove nas pessoas idosas com deterioração cognitiva.