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Itinerários de Ema - A representação do espaço narrativo duriense em Vale Abraão, romance e filme

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo: Este estudo analisa o espaço duriense, destacando o rio Douro e a água como elementos narrativos fundamentais na obra de Agustina Bessa-Luís e no cinema de Manoel de Oliveira. É examinado o romance Vale Abraão (1991), de Agustina, considerando suas relações com Madame Bovary, de Flaubert, e o filme e guião de Vale Abraão (1993), de Oliveira. Investiga-se a adaptação literária para o cinema e explora-se a ideia de “espaço mater”, um espaço feminino conforme o define Gaston Bachelard. Enquanto Agustina privilegia o feminino, Oliveira aborda questões metafísicas universais, suavizando a tensão patriarcal presente na obra da escritora.
Autores principais:Camargo,Fernanda Barini
Assunto:Agustina Bessa-Luís Manoel de Oliveira literatura portuguesa cinema português
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo: Este estudo analisa o espaço duriense, destacando o rio Douro e a água como elementos narrativos fundamentais na obra de Agustina Bessa-Luís e no cinema de Manoel de Oliveira. É examinado o romance Vale Abraão (1991), de Agustina, considerando suas relações com Madame Bovary, de Flaubert, e o filme e guião de Vale Abraão (1993), de Oliveira. Investiga-se a adaptação literária para o cinema e explora-se a ideia de “espaço mater”, um espaço feminino conforme o define Gaston Bachelard. Enquanto Agustina privilegia o feminino, Oliveira aborda questões metafísicas universais, suavizando a tensão patriarcal presente na obra da escritora.