Publicação
Bruxismo em alunos do 5.º ano do curso de Medicina Dentária: Prevalência e fatores associados
| Resumo: | Resumo Objetivos: Avaliar sinais e sintomas descritos na literatura como potenciais desencadeadores ou resultantes de bruxismo e a prevalência dos mesmos em alunos do 5.º ano do curso Mestrado Integrado em Medicina Dentária do Instituto Universitário de Ciências da Saúde (IUCS) - CESPU. Avaliar se a idade, género, toma de antidepressivos, dificuldade em dormir à noite, sensibilidade dentária, ansiedade, depressão e stress são fatores associados ao bruxismo, assim como se o bruxismo está associado a sinais e sintomas isolados das disfunções temporomandibulares, lesões de abfração e desgaste dentário nos alunos. Métodos: 211 alunos foram convidados a preencher um inquérito com questões acerca dos sinais e sintomas referidos. As avaliações dos distúrbios psicológicos e da presença dos sinais e sintomas mais comuns das disfunções temporomandibulares foram feitas através da Escala de Ansiedade, Depressão e Stress - 21 e do Questionário Anamnésico de Fonseca, respetivamente. Clinicamente, foram registadas as lesões de abfração e desgaste dentário de acordo com o Índice de Desgaste Dentário de Smith e Knight. Foram considerados bruxómanos prováveis os alunos que apresentassem desgaste oclusal nos pré-molares. Resultados: Nestes alunos, a taxa de prevalência de bruxismo provável foi 57,1% e os fatores associados foram ter idade superior a 28 anos, lesões de abfração e desgaste incisal/oclusal ≥1 segundo o Índice de Desgaste Dentário de Smith e Knight. Conclusões: Os fatores associados ao bruxismo foram idade superior a 28 anos, lesões de abfração e desgaste incisal/oclusal ≥1. O bruxismo foi considerado como fator de risco das lesões de abfração e desgaste incisal/oclusal ≥1. |
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| Autores principais: | Correia,Márcia D |
| Outros Autores: | Gonçalves,Maria dos Prazeres; Silva,António Sérgio; Mendes,José Manuel; Sá,Juliana; Cardoso,Mónica G |
| Assunto: | Abfração Bruxismo Disfunção temporomandibular Erosão Stress. |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Resumo Objetivos: Avaliar sinais e sintomas descritos na literatura como potenciais desencadeadores ou resultantes de bruxismo e a prevalência dos mesmos em alunos do 5.º ano do curso Mestrado Integrado em Medicina Dentária do Instituto Universitário de Ciências da Saúde (IUCS) - CESPU. Avaliar se a idade, género, toma de antidepressivos, dificuldade em dormir à noite, sensibilidade dentária, ansiedade, depressão e stress são fatores associados ao bruxismo, assim como se o bruxismo está associado a sinais e sintomas isolados das disfunções temporomandibulares, lesões de abfração e desgaste dentário nos alunos. Métodos: 211 alunos foram convidados a preencher um inquérito com questões acerca dos sinais e sintomas referidos. As avaliações dos distúrbios psicológicos e da presença dos sinais e sintomas mais comuns das disfunções temporomandibulares foram feitas através da Escala de Ansiedade, Depressão e Stress - 21 e do Questionário Anamnésico de Fonseca, respetivamente. Clinicamente, foram registadas as lesões de abfração e desgaste dentário de acordo com o Índice de Desgaste Dentário de Smith e Knight. Foram considerados bruxómanos prováveis os alunos que apresentassem desgaste oclusal nos pré-molares. Resultados: Nestes alunos, a taxa de prevalência de bruxismo provável foi 57,1% e os fatores associados foram ter idade superior a 28 anos, lesões de abfração e desgaste incisal/oclusal ≥1 segundo o Índice de Desgaste Dentário de Smith e Knight. Conclusões: Os fatores associados ao bruxismo foram idade superior a 28 anos, lesões de abfração e desgaste incisal/oclusal ≥1. O bruxismo foi considerado como fator de risco das lesões de abfração e desgaste incisal/oclusal ≥1. |
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