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Atitudes frente à doação de órgãos: revisão sistemática de estudos brasileiros

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Summary:Resumo O objetivo desta revisão sistemática é responder à seguinte pergunta: quais são as atitudes, frente à doação de órgãos para transplantes, encontradas em estudos empíricos brasileiros publicados em periódicos científicos? Foi realizada uma busca nos bancos de dados MEDLINE, LILACS e CINAHL. Os artigos, publicados entre 2001-2019, foram selecionados conforme os critérios de inclusão e exclusão para este estudo. Após análise, 50 manuscritos foram elegíveis para responder ao problema da pesquisa. A maioria dos estudos apontou, como atitudes favoráveis à doação de órgãos, fatores preponderantes como: a sensibilidade na comunicação, a solidariedade, a empatia, a compaixão, os aspectos culturais e o esclarecimento acerca do diagnóstico de morte encefálica por parte de profissionais médicos, envolvendo o fechamento do protocolo de morte cerebral. Por outro lado, a linguagem, as crenças distorcidas, a falta de esclarecimento sobre o diagnóstico, a mutilação, o medo e a insegurança no sistema de saúde, parecem influenciar negativamente e explicam as atitudes frente à negação da doação de órgãos.
Main Authors:Silva,Luiz
Other Authors:Souza,Kátia; Hernandez,José
Subject:Atitudes, Doação de órgãos Saúde
Year:2021
Country:Portugal
Document type:article
Access type:open access
Associated institution:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Language:Portuguese
Origin:SciELO Portugal
Description
Summary:Resumo O objetivo desta revisão sistemática é responder à seguinte pergunta: quais são as atitudes, frente à doação de órgãos para transplantes, encontradas em estudos empíricos brasileiros publicados em periódicos científicos? Foi realizada uma busca nos bancos de dados MEDLINE, LILACS e CINAHL. Os artigos, publicados entre 2001-2019, foram selecionados conforme os critérios de inclusão e exclusão para este estudo. Após análise, 50 manuscritos foram elegíveis para responder ao problema da pesquisa. A maioria dos estudos apontou, como atitudes favoráveis à doação de órgãos, fatores preponderantes como: a sensibilidade na comunicação, a solidariedade, a empatia, a compaixão, os aspectos culturais e o esclarecimento acerca do diagnóstico de morte encefálica por parte de profissionais médicos, envolvendo o fechamento do protocolo de morte cerebral. Por outro lado, a linguagem, as crenças distorcidas, a falta de esclarecimento sobre o diagnóstico, a mutilação, o medo e a insegurança no sistema de saúde, parecem influenciar negativamente e explicam as atitudes frente à negação da doação de órgãos.