Publicação

“Tired, undesired, no defence, indifference” - Uma análise da representação feminina em The Waste Land, de T. S. Eliot

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo: Obra seminal, The Waste Land (1922) originou debates sobre o tratamento da questão feminina, especialmente à luz da análise literária de Gilbert e Gubar (No Man’s Land: The Place of the Woman Writer in the Twentieth Century, 1988). Este artigo propõe uma análise textual cuidadosa das técnicas implementadas por Eliot para averiguar se incentivam uma representação misógina da figura feminina enquanto símbolo de passividade e ausência de autonomia. Examina-se se o uso de referências bíblicas, clássicas e mitológicas reforça uma visão patriarcal, buscando-se contribuir para a discussão sobre gênero e representação na literatura modernista.
Autores principais:Agra,Lorenna Lumack do Monte
Assunto:T. S. Eliot The Waste Land modernismo feminismo misoginia
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo: Obra seminal, The Waste Land (1922) originou debates sobre o tratamento da questão feminina, especialmente à luz da análise literária de Gilbert e Gubar (No Man’s Land: The Place of the Woman Writer in the Twentieth Century, 1988). Este artigo propõe uma análise textual cuidadosa das técnicas implementadas por Eliot para averiguar se incentivam uma representação misógina da figura feminina enquanto símbolo de passividade e ausência de autonomia. Examina-se se o uso de referências bíblicas, clássicas e mitológicas reforça uma visão patriarcal, buscando-se contribuir para a discussão sobre gênero e representação na literatura modernista.