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Modelos de Propagação de Fogos Florestais: Estado-da-Arte para Utilizadores Parte II: Modelos Globais e Sistemas Informáticos
| Resumo: | Este artigo, que pela sua extensão foi subdividido em duas partes, dirige-se prioritariamente a utilizadores de modelos de propagação de fogos florestais. Visa proporcionar-lhes uma visão panorâmica actualizada do estado dos conhecimentos nesta área, propondo uma classificação geral para os modelos existentes e expondo, em termos simples, para alguns modelos ilustrativos de cada classe: os princípios físicos e a estratégia de modelação que lhes estão subjacentes; os seus parâmetros de entrada e saída; as suas limitações de aplicação, a fiabilidade das suas previsões e as suas perspectivas de desenvolvimento futuro. Na parte II do artigo, apresentam-se os modelos que fazem previsões para toda a linha da frente, divididos em físicos incompletos e completos. Finalmente, abordam-se os sistemas informáticos implementando alguns dos modelos de propagação existentes. (A Parte I do artigo, está publicada em ANDRÉ e VIEGAS, 2001). |
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| Autores principais: | André,Jorge C. S. |
| Outros Autores: | Viegas,Domingos X. |
| Assunto: | modelos semi-empíricos modelos físicos modelos globais sistemas informáticos |
| Ano: | 2002 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Este artigo, que pela sua extensão foi subdividido em duas partes, dirige-se prioritariamente a utilizadores de modelos de propagação de fogos florestais. Visa proporcionar-lhes uma visão panorâmica actualizada do estado dos conhecimentos nesta área, propondo uma classificação geral para os modelos existentes e expondo, em termos simples, para alguns modelos ilustrativos de cada classe: os princípios físicos e a estratégia de modelação que lhes estão subjacentes; os seus parâmetros de entrada e saída; as suas limitações de aplicação, a fiabilidade das suas previsões e as suas perspectivas de desenvolvimento futuro. Na parte II do artigo, apresentam-se os modelos que fazem previsões para toda a linha da frente, divididos em físicos incompletos e completos. Finalmente, abordam-se os sistemas informáticos implementando alguns dos modelos de propagação existentes. (A Parte I do artigo, está publicada em ANDRÉ e VIEGAS, 2001). |
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