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Luxação volar do trapezóide

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivo: a elevada congruência articular e a forte estrutura ligamentar do trapezoide proporcionam grande estabilidade sendo a luxação uma raridade. Os autores apresentam o caso de uma luxação volar do trapezoide (menos frequente do que a luxação dorsal), e aspetos a ter em conta no diagnóstico e tratamento. Descrição: doente jovem politraumatizado, com uma lesão complexa do carpo direito (luxação do trapezoide associada a fratura do unciforme e do grande osso e fratura-luxação trapézio-metacarpiana). Feita redução aberta e fixação das lesões por abordagem cirúrgica dorsal. Aos trinta meses de pós-operatório tinha um arco de mobilidade indolor nos intervalos da normalidade. Sem sinais radiográficos de instabilidade ou alterações degenerativas do carpo. Comentário: as poucas publicações de luxações do trapezoide são maioritariamente dorsais. O conhecimento da sua possibilidade e a avaliação radiográfica correta evita diagnósticos tardios. A redução aberta dorsal associa-se a um melhor prognóstico. A excisão parece estar associada ao desenvolvimento de alterações degenerativas do carpo. A preservação dos tecidos moles na abordagem e tratamento poderá diminuir o risco de osteonecrose.
Autores principais:Vidinha,Vitor
Outros Autores:Monteiro,Eurico; Negrão,Pedro; Pinto,Isabel; Matos,Rui; Pinto,Rui
Assunto:Trapezoide luxação fratura carpo
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Objetivo: a elevada congruência articular e a forte estrutura ligamentar do trapezoide proporcionam grande estabilidade sendo a luxação uma raridade. Os autores apresentam o caso de uma luxação volar do trapezoide (menos frequente do que a luxação dorsal), e aspetos a ter em conta no diagnóstico e tratamento. Descrição: doente jovem politraumatizado, com uma lesão complexa do carpo direito (luxação do trapezoide associada a fratura do unciforme e do grande osso e fratura-luxação trapézio-metacarpiana). Feita redução aberta e fixação das lesões por abordagem cirúrgica dorsal. Aos trinta meses de pós-operatório tinha um arco de mobilidade indolor nos intervalos da normalidade. Sem sinais radiográficos de instabilidade ou alterações degenerativas do carpo. Comentário: as poucas publicações de luxações do trapezoide são maioritariamente dorsais. O conhecimento da sua possibilidade e a avaliação radiográfica correta evita diagnósticos tardios. A redução aberta dorsal associa-se a um melhor prognóstico. A excisão parece estar associada ao desenvolvimento de alterações degenerativas do carpo. A preservação dos tecidos moles na abordagem e tratamento poderá diminuir o risco de osteonecrose.