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Adaptação transcultural brasileira do Resilience Safety Culture

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Enquadramento: Nos sistemas de saúde, a resiliência institucional refere-se à adaptação dos trabalhadores, de forma a preservar a relação saudável entre a pessoa e o seu trabalho num ambiente com considerável transformação e imprevisibilidade. Objetivo: Realizar a adaptação transcultural da Resilience Safety Culture para o Brasil e para as organizações de saúde. Metodologia: Estudo metodológico, cujo processo de adaptação e validação seguiu 6 etapas. O instrumento foi aplicado a 145 profissionais de saúde num hospital público. Resultados: Na adaptação cultural, os itens foram ajustados conforme análise dos juízes com coeficiente global de validade de conteúdo de 0,95 e consistência interna dos itens 0,91. A análise fatorial confirmatória sugeriu um modelo com índices adequados (X²/dl = 5,315; SRMR = 0,079; TLI = 0,92; CFI = 0,93; RMSEA = 0,019). Conclusão: A versão brasileira foi considerada válida e confiável, com 42 itens dispostos em 10 domínios, divergindo do modelo original. Recomenda-se que a versão adaptada seja utilizada em outras amostras, a fim de averiguar a sua validade e confiabilidade alcançadas neste estudo.
Autores principais:Oliveira,Isabelly Costa Lima
Outros Autores:Almeida,Ítalo Lennon Sales; Aires,Samia Freitas; Sousa,George Jó Bezerra; Oliveira,Roberta Menezes; Oliveira,Shérida Karanini Paz de; Carvalho,Rhanna Emanuela Fontenele Lima de
Assunto:cultura organizacional estudo de validação psicometria tradução análise fatorial
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Enquadramento: Nos sistemas de saúde, a resiliência institucional refere-se à adaptação dos trabalhadores, de forma a preservar a relação saudável entre a pessoa e o seu trabalho num ambiente com considerável transformação e imprevisibilidade. Objetivo: Realizar a adaptação transcultural da Resilience Safety Culture para o Brasil e para as organizações de saúde. Metodologia: Estudo metodológico, cujo processo de adaptação e validação seguiu 6 etapas. O instrumento foi aplicado a 145 profissionais de saúde num hospital público. Resultados: Na adaptação cultural, os itens foram ajustados conforme análise dos juízes com coeficiente global de validade de conteúdo de 0,95 e consistência interna dos itens 0,91. A análise fatorial confirmatória sugeriu um modelo com índices adequados (X²/dl = 5,315; SRMR = 0,079; TLI = 0,92; CFI = 0,93; RMSEA = 0,019). Conclusão: A versão brasileira foi considerada válida e confiável, com 42 itens dispostos em 10 domínios, divergindo do modelo original. Recomenda-se que a versão adaptada seja utilizada em outras amostras, a fim de averiguar a sua validade e confiabilidade alcançadas neste estudo.