Publicação
Cultura nacional e orientação empreendedora: Um estudo comparativo entre Brasil e Portugal
| Resumo: | Este artigo descreve um estudo realizado com o propósito de comparar empreendedoresproprietários de empresas em incubadoras no Brasil e em Portugal. A comparação entre estes dois países justificou-se pelo passado histórico comum, notadamente pela influência portuguesa na formação cultural brasileira, espelhada no estudo transcultural de Hofstede (1980). O objetivo deste estudo é comparar a orientação empreendedora desses empreendedores-proprietários de ambos os países. A orientação empreendedora revelou-se mais elevada no Brasil do que em Portugal, destacando-se as dimensões de propensão para o risco e a acompetitividade agressiva. Os empreendedores brasileiros, curiosamente, revelam uma maior rejeição a incertezas futuras mas concomitantemente, demonstram ter uma maior propensão para assumir riscos e se expor a incertezas. O presente estudo levanta questões sobre diferentes drives para empreender, e ao despertar a curiosidade sobre o assunto deixa como sugestões futuras de pesquisas o aprofundamento da análise do empreendedorismo por oportunidade e por necessidade nos dois países. |
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| Autores principais: | Silva,Marco Antonio Oliveira Monteiro da |
| Outros Autores: | Correia,Manuela Faia; Scholten,Marc; Gomes,Luiz Flavio Autran Monteiro |
| Assunto: | Empreendedorismo orientação empreendedora cultura nacional |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Este artigo descreve um estudo realizado com o propósito de comparar empreendedoresproprietários de empresas em incubadoras no Brasil e em Portugal. A comparação entre estes dois países justificou-se pelo passado histórico comum, notadamente pela influência portuguesa na formação cultural brasileira, espelhada no estudo transcultural de Hofstede (1980). O objetivo deste estudo é comparar a orientação empreendedora desses empreendedores-proprietários de ambos os países. A orientação empreendedora revelou-se mais elevada no Brasil do que em Portugal, destacando-se as dimensões de propensão para o risco e a acompetitividade agressiva. Os empreendedores brasileiros, curiosamente, revelam uma maior rejeição a incertezas futuras mas concomitantemente, demonstram ter uma maior propensão para assumir riscos e se expor a incertezas. O presente estudo levanta questões sobre diferentes drives para empreender, e ao despertar a curiosidade sobre o assunto deixa como sugestões futuras de pesquisas o aprofundamento da análise do empreendedorismo por oportunidade e por necessidade nos dois países. |
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