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Alergia ao milho - Identificação de um novo alergénio

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Detalhes bibliográficos
Resumo:RESUMO A alergia ao milho é uma condição rara, contudo têm surgido relatos recentes.Neste caso clínico é descrito o caso de uma mulher de 29 anos com história de angioedema labial e/ou síndrome de alergia oral após ingestão de pipocas e um episódios de sintomas conjuntivais e respiratórios após ingerir cervejas contendo milho. Os testes cutâneos foram positivos para milho. Para elucidar o agente alergénico, foram preparados extratos proteicos de milho e de três cervejas, analisados por SDS-PAGE e IgE-Western Blot. Identificou-se uma banda de 55-60 kDa reconhecida pela IgE da doente nos extratos contendo milho, ausente na cerveja sem milho, sugerindo um potencial novo alergénio. Este estudo etiológico permitiu confirmar que o milho foi o fator depoletador, reforçando o papel da imunologia molecular no diagnóstico de alergias alimentares raras e na aplicação da medicina personalizada.
Autores principais:Gomes,Margarida
Outros Autores:Martinez,Maria José; Pineda,Fernando; Mendes,Ana; Pedro,Elisa
Assunto:Novo alergénio imunoensaio alergia alimentar milho
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:RESUMO A alergia ao milho é uma condição rara, contudo têm surgido relatos recentes.Neste caso clínico é descrito o caso de uma mulher de 29 anos com história de angioedema labial e/ou síndrome de alergia oral após ingestão de pipocas e um episódios de sintomas conjuntivais e respiratórios após ingerir cervejas contendo milho. Os testes cutâneos foram positivos para milho. Para elucidar o agente alergénico, foram preparados extratos proteicos de milho e de três cervejas, analisados por SDS-PAGE e IgE-Western Blot. Identificou-se uma banda de 55-60 kDa reconhecida pela IgE da doente nos extratos contendo milho, ausente na cerveja sem milho, sugerindo um potencial novo alergénio. Este estudo etiológico permitiu confirmar que o milho foi o fator depoletador, reforçando o papel da imunologia molecular no diagnóstico de alergias alimentares raras e na aplicação da medicina personalizada.