Publicação
Fatores de risco no desenvolvimento de úlcera por pressão em unidades de cuidados intensivos: Estudo observacional
| Resumo: | Resumo Enquadramento: A pessoa em situação crítica no contexto da medicina intensiva apresenta maior vulnerabilidade para desenvolver úlceras por pressão (UPP). Objetivo: Identificar os fatores de risco no desenvolvimento de UPP nos doentes internados em cuidados intensivos. Metodologia: Estudo observacional, longitudinal, retrospetivo, de natureza quantitativa. Foram analisados 116 doentes, entre junho e dezembro de 2020, internados por mais de 10 dias numa unidade de cuidados intensivos, em três momentos distintos, o dia da admissão (DO), o 10º dia (D1O) e o momento da alta (DALTA). Nesta análise incluímos variáveis principais e secundárias. Resultados: Os 116 doentes apresentavam uma média de idades de 58,98 anos e 49,7% desenvolveram uma UPP. Houve uma associação estatisticamente significativa entre o desenvolvimento de UPP a presença de dispositivos (SNG, VMI, imobilização cervical e cateter vesical), nos doentes com alteração do estado de consciência, em ECMO com suporte de aminas. Conclusão: A vulnerabilidade é evidente perante os fatores identificados. O seu conhecimento permite a prescrição de intervenções de enfermagem que resultem na prevenção de UPP. |
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| Autores principais: | Ribeiro,Mário Rui Araújo |
| Outros Autores: | Nogueira,Maria Nilza; Bastos,Celeste; Pinto,Cristina Freitas Carvalho Sousa |
| Assunto: | cuidados intensivos cuidados de enfermagem úlcera por pressão fatores de risco |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Resumo Enquadramento: A pessoa em situação crítica no contexto da medicina intensiva apresenta maior vulnerabilidade para desenvolver úlceras por pressão (UPP). Objetivo: Identificar os fatores de risco no desenvolvimento de UPP nos doentes internados em cuidados intensivos. Metodologia: Estudo observacional, longitudinal, retrospetivo, de natureza quantitativa. Foram analisados 116 doentes, entre junho e dezembro de 2020, internados por mais de 10 dias numa unidade de cuidados intensivos, em três momentos distintos, o dia da admissão (DO), o 10º dia (D1O) e o momento da alta (DALTA). Nesta análise incluímos variáveis principais e secundárias. Resultados: Os 116 doentes apresentavam uma média de idades de 58,98 anos e 49,7% desenvolveram uma UPP. Houve uma associação estatisticamente significativa entre o desenvolvimento de UPP a presença de dispositivos (SNG, VMI, imobilização cervical e cateter vesical), nos doentes com alteração do estado de consciência, em ECMO com suporte de aminas. Conclusão: A vulnerabilidade é evidente perante os fatores identificados. O seu conhecimento permite a prescrição de intervenções de enfermagem que resultem na prevenção de UPP. |
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