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Otimização azotada no capim-elefante para fins energéticos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Conduziu-se uma experiência não irrigada com um delineamento de blocos casualizados, num esquema de parcelas sub-sub-divididas sob cinco doses de Azoto, quatro de Fósforo e três repetições para cada tratamento, em Alegre (ES), para estimar níveis de adubação das cultivares. Utilizou-se a função de produção para obter o máximo físico e óptimo económico. As cultivares constituíram as parcelas, o fósforo as sub-parcelas e o azoto as sub-sub-parcelas. Observou-se a ausência de significância para o fósforo e para as suas interações. E significância para os outros fatores. Realizou-se uma análise envolvendo os fatores Genótipo e Azoto por meio do modelo estatístico de parcela sub-sub-dividida. A estimativa da produtividade (t ha-1) obteve um ajuste estatístico significativo (p < 0,05) ao modelo de segunda ordem. Os resultados indicaram respostas positivas na produtividade física em função da adubação azotada. A receita líquida operacional foi positiva para cvs. Guaçu/IZ.2, Cameroon-Piracicaba e Cana D’África, com os respectivos valores R$ 326,80; R$ 219,54 e R$ 281,49 sem utilização do azoto, devido ao baixo preço da tonelada do capim (R$ 41,82) e elevado preço da tonelada do azoto (R$ 2.670,00). Conclui-se que há possibilidade de manipular a produção de capim-elefante para fins energéticos sem a utilização da adubação azotada.
Autores principais:Santos,Marcia Maria P.
Outros Autores:Ponciano,Niraldo José; Daher,Rogério F.; Gravina,Geraldo A.; Pereira,Antonio V.; Santos,Carlos L.
Assunto:Cultivares energia renovável função de produção Pennisetum purpureum Schum produtividade
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Conduziu-se uma experiência não irrigada com um delineamento de blocos casualizados, num esquema de parcelas sub-sub-divididas sob cinco doses de Azoto, quatro de Fósforo e três repetições para cada tratamento, em Alegre (ES), para estimar níveis de adubação das cultivares. Utilizou-se a função de produção para obter o máximo físico e óptimo económico. As cultivares constituíram as parcelas, o fósforo as sub-parcelas e o azoto as sub-sub-parcelas. Observou-se a ausência de significância para o fósforo e para as suas interações. E significância para os outros fatores. Realizou-se uma análise envolvendo os fatores Genótipo e Azoto por meio do modelo estatístico de parcela sub-sub-dividida. A estimativa da produtividade (t ha-1) obteve um ajuste estatístico significativo (p < 0,05) ao modelo de segunda ordem. Os resultados indicaram respostas positivas na produtividade física em função da adubação azotada. A receita líquida operacional foi positiva para cvs. Guaçu/IZ.2, Cameroon-Piracicaba e Cana D’África, com os respectivos valores R$ 326,80; R$ 219,54 e R$ 281,49 sem utilização do azoto, devido ao baixo preço da tonelada do capim (R$ 41,82) e elevado preço da tonelada do azoto (R$ 2.670,00). Conclui-se que há possibilidade de manipular a produção de capim-elefante para fins energéticos sem a utilização da adubação azotada.