Publicação
Competência empreendedora e sua configuração linguístico-textual: o papel das figuras interpretativas do agir
| Resumo: | Este artigo, centrado essencialmente na perspectiva teórica do Interacionismo Sociodiscursivo (Bronckart, 1999, 2008), procura analisar de que forma o agir empreendedor pode vir a ser linguístico-textualmente descrito. É a partir da configuração linguística das formas de interpretar do que venha a ser o empreendedorismo, em função de referentes diversos, que definiremos as figuras competenciais. Defende-se, assim, a ideia de que existem grupos de configurações linguísticas específicas que podem vir a retratar diferentes formas de pensar e interpretar o agir empreendedor, variáveis de acordo com a diversidade referencial. Para análise foram realizadas transcrições de debatesde ideias sobre a temática ação empreendedora junto a graduandos de 1º ano, integrados em universidades públicas e privadas portuguesas, em faculdade distintas. Resultados preliminares apontam, a partir do levantamento de algumas categorias linguísticas, que as figuras competenciais apresentam diferentes ´tonalidades´ em função da atividade social em que o agir empreendedor se veicula. |
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| Autores principais: | Pinto,Rosalice |
| Assunto: | empreendedorismo competência figuras interpretativas do agir Interacionismo sociodiscursivo categorias linguísticas |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Este artigo, centrado essencialmente na perspectiva teórica do Interacionismo Sociodiscursivo (Bronckart, 1999, 2008), procura analisar de que forma o agir empreendedor pode vir a ser linguístico-textualmente descrito. É a partir da configuração linguística das formas de interpretar do que venha a ser o empreendedorismo, em função de referentes diversos, que definiremos as figuras competenciais. Defende-se, assim, a ideia de que existem grupos de configurações linguísticas específicas que podem vir a retratar diferentes formas de pensar e interpretar o agir empreendedor, variáveis de acordo com a diversidade referencial. Para análise foram realizadas transcrições de debatesde ideias sobre a temática ação empreendedora junto a graduandos de 1º ano, integrados em universidades públicas e privadas portuguesas, em faculdade distintas. Resultados preliminares apontam, a partir do levantamento de algumas categorias linguísticas, que as figuras competenciais apresentam diferentes ´tonalidades´ em função da atividade social em que o agir empreendedor se veicula. |
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