Publicação
A flexibilidade e a autonomia nos planos de estudo dos cursos de Licenciatura em Educação Básica
| Resumo: | Resumo A flexibilidade curricular e a autonomia dos estudantes do ensino superior são princípios fundamentais para a qualidade neste nível de ensino e para a formação de futuros professores. Este estudo investigou a flexibilidade curricular e a autonomia nos planos de estudo de 25 Licenciaturas em Educação Básica (LEB) em Portugal. A análise documental comparativa examinou a natureza e a duração das unidades curriculares (UC), bem como a distribuição da carga de trabalho entre horas de contacto e de trabalho autónomo. Os resultados mostraram que, embora todas as LEB incluam UC eletivas, ou seja, que podem ser escolhidas pelos estudantes, estas representam menos de 5% do total de créditos na maioria das instituições, limitando as escolhas dos estudantes. A carga de trabalho total nas licenciaturas varia entre 4500 e 5040 horas, com diferenças significativas na proporção de horas de contacto e trabalho autónomo entre as instituições e as componentes de formação. A inclusão de UC anuais e a elevada carga de contacto foram identificadas como barreiras à mobilidade e à autonomia dos estudantes, diminuindo as oportunidades de escolha por parte dos estudantes. Conclui-se que a flexibilidade curricular e a promoção da autonomia são pouco exploradas, destacando-se a necessidade de ajustes para alinhar os planos de estudo às boas práticas centradas nos estudantes, tal como preconizado no Processo de Bolonha. |
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| Autores principais: | Valente,Bianor |
| Outros Autores: | Feio,Mariana; Leite,Teresa |
| Assunto: | Licenciatura em Educação Básica Formação inicial de Professores Flexibilidade Curricular Autonomia |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Resumo A flexibilidade curricular e a autonomia dos estudantes do ensino superior são princípios fundamentais para a qualidade neste nível de ensino e para a formação de futuros professores. Este estudo investigou a flexibilidade curricular e a autonomia nos planos de estudo de 25 Licenciaturas em Educação Básica (LEB) em Portugal. A análise documental comparativa examinou a natureza e a duração das unidades curriculares (UC), bem como a distribuição da carga de trabalho entre horas de contacto e de trabalho autónomo. Os resultados mostraram que, embora todas as LEB incluam UC eletivas, ou seja, que podem ser escolhidas pelos estudantes, estas representam menos de 5% do total de créditos na maioria das instituições, limitando as escolhas dos estudantes. A carga de trabalho total nas licenciaturas varia entre 4500 e 5040 horas, com diferenças significativas na proporção de horas de contacto e trabalho autónomo entre as instituições e as componentes de formação. A inclusão de UC anuais e a elevada carga de contacto foram identificadas como barreiras à mobilidade e à autonomia dos estudantes, diminuindo as oportunidades de escolha por parte dos estudantes. Conclui-se que a flexibilidade curricular e a promoção da autonomia são pouco exploradas, destacando-se a necessidade de ajustes para alinhar os planos de estudo às boas práticas centradas nos estudantes, tal como preconizado no Processo de Bolonha. |
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