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Oito semanas de treinamento moderado não altera a carga correspondente ao limiar de lactato em ratos idosos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivo: Analisar em ratos idosos os efeitos de oito semanas de treinamento aeróbio em carga correspondente ao limiar de lactato. Métodos: Dezessete ratos idosos (~ 478 dias/vida) foram divididos em Treinados-T, n=11 e Controle-C, n=6. Foram submetidos a um teste incremental antes e após 8 semanas de treinamento de natação (30 min/dia, 5/semanais, a ~5% do peso corporal) ou controle sem exercícios. O teste foi realizado com incrementos de 1% do peso corporal a cada 3 minutos até a exaustão. O limiar de lactato foi identificado por ajuste polinomial da resposta da razão lactato/carga. Após período experimental os animais foram sacrificados para cálculo da razão peso do coração/peso corporal. Resultados: O limiar de lactato não demonstrou diferença significativa com o treinamento em ambos os grupos (T:pré=5,1±0,7/pós=5,3±0,7%PC; C:pré=6,1±0,4/pós=6,4±0,6%PC;p>0,05). Quando calculada a variação do peso corporal do pré para o pós-experimento, constatou-se diferença significativa entre os grupos (T=-1,5±2,4% vs. C=6,4±3,3%;p<0,0001). Observou-se diferença de 13% da razão peso do coração/peso corporal entre grupos (T=0,29±0,04 vs. C=0,25±0,03;p<0,05). Conclusão: Embora alterações na razão peso do coração/peso corporal indiquem possíveis benefícios de eficiência cardiovascular decorrente do treinamento, a metodologia utilizada não resultou em melhora da capacidade aeróbia mensurada pelo limiar de lactato em ratos idosos.
Autores principais:Cunha,Verusca N. C.
Outros Autores:Cunha,Rafael R.; Segundo,Paulo R.; Pacheco,Mateus E.; Moreira,Sérgio R.; Simões,Herbert G.
Assunto:limiar anaeróbio natação animais idosos treinamento
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Objetivo: Analisar em ratos idosos os efeitos de oito semanas de treinamento aeróbio em carga correspondente ao limiar de lactato. Métodos: Dezessete ratos idosos (~ 478 dias/vida) foram divididos em Treinados-T, n=11 e Controle-C, n=6. Foram submetidos a um teste incremental antes e após 8 semanas de treinamento de natação (30 min/dia, 5/semanais, a ~5% do peso corporal) ou controle sem exercícios. O teste foi realizado com incrementos de 1% do peso corporal a cada 3 minutos até a exaustão. O limiar de lactato foi identificado por ajuste polinomial da resposta da razão lactato/carga. Após período experimental os animais foram sacrificados para cálculo da razão peso do coração/peso corporal. Resultados: O limiar de lactato não demonstrou diferença significativa com o treinamento em ambos os grupos (T:pré=5,1±0,7/pós=5,3±0,7%PC; C:pré=6,1±0,4/pós=6,4±0,6%PC;p>0,05). Quando calculada a variação do peso corporal do pré para o pós-experimento, constatou-se diferença significativa entre os grupos (T=-1,5±2,4% vs. C=6,4±3,3%;p<0,0001). Observou-se diferença de 13% da razão peso do coração/peso corporal entre grupos (T=0,29±0,04 vs. C=0,25±0,03;p<0,05). Conclusão: Embora alterações na razão peso do coração/peso corporal indiquem possíveis benefícios de eficiência cardiovascular decorrente do treinamento, a metodologia utilizada não resultou em melhora da capacidade aeróbia mensurada pelo limiar de lactato em ratos idosos.