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Mastoidectomia via técnica retrógrada - análise retrospetiva de resultados

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Objetivo: Análise de resultados de mastoidectomia via técnica retrógrada para extirpação de colesteatoma em adultos. Métodos: Estudo retrospetivo dos casos de mastoidectomia via técnica retrógrada realizados no Centro Hospitalar Tondela-Viseu entre Janeiro de 2018 e Dezembro de 2021 com recolha de dados demográficos, tipo de cirurgia, reconstrução da parede póstero-superior do canal, tipo de timpanoplastia, recidiva, tempo de follow-up e resultados audiométricos. Resultados: Foram incluídos no estudo 45 ouvidos, 73,3% dos quais correspondeu a cirurgia primária. Foi realizada reconstrução da parede póstero-superior do canal em 37,8% dos ouvidos operados e ossiculoplastia em 73,3%. O ganho no gap aero-ósseo nos doentes em que se realizou reconstrução da parede foi de 9,66dB (vs. 1,91 dB sem reconstrução). Durante o follow-up ocorreu recidiva em 13,3% dos casos. Conclusões: Na nossa série esta técnica mostrou ser segura e eficaz na exérese do colesteatoma. A reconstrução da parede do CAE permitiu melhores resultados audiométricos.
Autores principais:Mourão,Márcia
Outros Autores:Quadros,Gonçalo; Rodrigues,Bárbara; Patrão,Francisco; Alves,António; Raposo,Sérgio
Assunto:Mastoidectomia técnica retrógrada
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo Objetivo: Análise de resultados de mastoidectomia via técnica retrógrada para extirpação de colesteatoma em adultos. Métodos: Estudo retrospetivo dos casos de mastoidectomia via técnica retrógrada realizados no Centro Hospitalar Tondela-Viseu entre Janeiro de 2018 e Dezembro de 2021 com recolha de dados demográficos, tipo de cirurgia, reconstrução da parede póstero-superior do canal, tipo de timpanoplastia, recidiva, tempo de follow-up e resultados audiométricos. Resultados: Foram incluídos no estudo 45 ouvidos, 73,3% dos quais correspondeu a cirurgia primária. Foi realizada reconstrução da parede póstero-superior do canal em 37,8% dos ouvidos operados e ossiculoplastia em 73,3%. O ganho no gap aero-ósseo nos doentes em que se realizou reconstrução da parede foi de 9,66dB (vs. 1,91 dB sem reconstrução). Durante o follow-up ocorreu recidiva em 13,3% dos casos. Conclusões: Na nossa série esta técnica mostrou ser segura e eficaz na exérese do colesteatoma. A reconstrução da parede do CAE permitiu melhores resultados audiométricos.