Publicação
Riscos psicossociais dos enfermeiros que prestam assistência ao doente crítico
| Resumo: | Enquadramento: Os riscos psicossociais são um problema crescente de saúde pública que, nos contextos de prestação de cuidados ao doente crítico, podem afetar a qualidade dos cuidados prestados pelos profissionais. Objetivo: Identificar os riscos psicossociais a que estão sujeitos os enfermeiros portugueses que prestam assistência ao doente crítico. Metodologia: Estudo quantitativo e transversal, com uma amostragem não probabilística de enfermeiros (n = 61) que executam funções na emergência pré-hospitalar (n = 6), serviços de urgência (n = 20) e unidades de cuidados intensivos (n = 35), a norte de Portugal. Foi aplicado o questionário COPSOQ II entre julho e dezembro de 2018. Realizou-se uma análise descritiva e exploratória dos dados, com recurso ao SPSS®. Resultados: Verificou-se um risco moderado a elevado em 20 das 29 dimensões avaliadas pelo questionário, realçando-se diferenças significativas entre os enfermeiros da urgência e dos cuidados intensivos, nomeadamente na qualidade da liderança, satisfação no trabalho e comportamentos ofensivos. Conclusão: As dimensões relacionadas com os domínios da gestão, emergiram como principal foco de risco psicossocial. |
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| Autores principais: | Meira,Hugo Alexandre Neves Fortes Guimarães |
| Outros Autores: | Coelho,Sílvia Patrícia Fernandes |
| Assunto: | riscos ocupacionais enfermeiras e enfermeiros cuidados críticos |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Enquadramento: Os riscos psicossociais são um problema crescente de saúde pública que, nos contextos de prestação de cuidados ao doente crítico, podem afetar a qualidade dos cuidados prestados pelos profissionais. Objetivo: Identificar os riscos psicossociais a que estão sujeitos os enfermeiros portugueses que prestam assistência ao doente crítico. Metodologia: Estudo quantitativo e transversal, com uma amostragem não probabilística de enfermeiros (n = 61) que executam funções na emergência pré-hospitalar (n = 6), serviços de urgência (n = 20) e unidades de cuidados intensivos (n = 35), a norte de Portugal. Foi aplicado o questionário COPSOQ II entre julho e dezembro de 2018. Realizou-se uma análise descritiva e exploratória dos dados, com recurso ao SPSS®. Resultados: Verificou-se um risco moderado a elevado em 20 das 29 dimensões avaliadas pelo questionário, realçando-se diferenças significativas entre os enfermeiros da urgência e dos cuidados intensivos, nomeadamente na qualidade da liderança, satisfação no trabalho e comportamentos ofensivos. Conclusão: As dimensões relacionadas com os domínios da gestão, emergiram como principal foco de risco psicossocial. |
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