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Desafios de trabalhar nos serviços de promoção da qualidade de vida no trabalho numa organização pública federal durante a pandemia de COVID-19

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Os objetivos do presente estudo são destacar e analisar as mudanças na gestão do trabalho que ocorreram na atividade de trabalhadores de um órgão público federal, durante o período da pandemia de Covid-19. A perspectiva ergológica, com ênfase nas renormatizações e em seus efeitos nas Entidades Coletivas Relativamente Pertinentes (ECRP), foi utilizada para a melhor compreensão de situações narradas pelos trabalhadores. A metodologia adotada fundou-se na realização de entrevistas individuais inspiradas na história oral como gênero de discurso, focadas em fazer com que os trabalhadores contassem as suas experiências de trabalho. Como resultado, observou-se microgestão na renormatização de protocolos, a partir de outros usos das prescrições, de forma a ampliar os serviços via teletrabalho, fato que demandou a formação de novas ECRP.
Autores principais:Silva,Nair Monteiro da
Outros Autores:Muniz,Hélder Pordeus
Assunto:pandemia teletrabalho ergologia renormatização
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo Os objetivos do presente estudo são destacar e analisar as mudanças na gestão do trabalho que ocorreram na atividade de trabalhadores de um órgão público federal, durante o período da pandemia de Covid-19. A perspectiva ergológica, com ênfase nas renormatizações e em seus efeitos nas Entidades Coletivas Relativamente Pertinentes (ECRP), foi utilizada para a melhor compreensão de situações narradas pelos trabalhadores. A metodologia adotada fundou-se na realização de entrevistas individuais inspiradas na história oral como gênero de discurso, focadas em fazer com que os trabalhadores contassem as suas experiências de trabalho. Como resultado, observou-se microgestão na renormatização de protocolos, a partir de outros usos das prescrições, de forma a ampliar os serviços via teletrabalho, fato que demandou a formação de novas ECRP.