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Fatores contribuintes para a resiliência de adolescentes com câncer: um estudo piloto

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O câncer na adolescência demanda o uso de estratégias adaptativas para lidar com diversas alterações em sua rotina. O objetivo deste estudo foi analisar a presença de resiliência em adolescentes com câncer e os fatores que contribuem para este comportamento. Foram avaliados 30 adolescentes com câncer e 30 adolescentes sem histórico desta doença, com um questionário sócio demográfico/ médico, o Inventário de Estratégias de Coping, a Escala de Apoio Social e a Escala de avaliação da coesão e adaptação familiar. Os resultados mostraram que o grupo clínico apresentou mais estratégias de enfrentamento adaptativas, e similar resiliência ao grupo controle. Além disto, verificaram-se relações importantes entre a religiosidade e a busca de suporte social com a resiliência. Conclui-se sobre a importância de um enfoque centrado na resiliência no contexto da Oncologia Pediátrica e sobre o delineamento de intervenções psicológicas específicas dirigidas a esta população.
Autores principais:Wechsler,Amanda Muglia
Outros Autores:Sartorelli,Juliana Lopes; Pereira,Bruna Flávia Gomes; Paro,Bárbara Loss
Assunto:resiliência câncer adolescentes fatores de risco fatores de proteção
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:O câncer na adolescência demanda o uso de estratégias adaptativas para lidar com diversas alterações em sua rotina. O objetivo deste estudo foi analisar a presença de resiliência em adolescentes com câncer e os fatores que contribuem para este comportamento. Foram avaliados 30 adolescentes com câncer e 30 adolescentes sem histórico desta doença, com um questionário sócio demográfico/ médico, o Inventário de Estratégias de Coping, a Escala de Apoio Social e a Escala de avaliação da coesão e adaptação familiar. Os resultados mostraram que o grupo clínico apresentou mais estratégias de enfrentamento adaptativas, e similar resiliência ao grupo controle. Além disto, verificaram-se relações importantes entre a religiosidade e a busca de suporte social com a resiliência. Conclui-se sobre a importância de um enfoque centrado na resiliência no contexto da Oncologia Pediátrica e sobre o delineamento de intervenções psicológicas específicas dirigidas a esta população.