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Ainda há lugar para a revascularização ultradistal na era endovascular?: A propósito de 2 casos clínicos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A cirurgia endovascular tem atualmente um papel preponderante no tratamento de doentes com isquemia crítica (IC) por doença do sector tíbio-peroneal, reduzindo substancialmente o número de procedimentos de revascularização aberta. No entanto, quando não é possível a abordagem endovascular ou na sua falência e existindo um padrão apropriado, podemos considerar a cirurgia de bypass distal ou ultradistal como uma alternativa válida na salvação do membro em doentes selecionados? Apresentam-se neste artigo os casos de 2 doentes com isquemia crítica em que, pela ineûcácia ou falência do tratamento endovascular inicial, foi efetuada uma cirurgia de revascularização ultradistal com salvação do membro.
Autores principais:Garrido,Pedro
Outros Autores:Pedro,Luís Mendes; Fernandes,Ruy Fernandes e; Sousa,Gonçalo; Pato,Marco; Silvestre,Luís; Fernandes,José Fernandes e
Assunto:Isquemia crítica Doença tíbio-peroneal Revascularização ultradistal Falência pós-angioplastia Salvação de membro
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:A cirurgia endovascular tem atualmente um papel preponderante no tratamento de doentes com isquemia crítica (IC) por doença do sector tíbio-peroneal, reduzindo substancialmente o número de procedimentos de revascularização aberta. No entanto, quando não é possível a abordagem endovascular ou na sua falência e existindo um padrão apropriado, podemos considerar a cirurgia de bypass distal ou ultradistal como uma alternativa válida na salvação do membro em doentes selecionados? Apresentam-se neste artigo os casos de 2 doentes com isquemia crítica em que, pela ineûcácia ou falência do tratamento endovascular inicial, foi efetuada uma cirurgia de revascularização ultradistal com salvação do membro.