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A utilização das narrativas de vida numa perspetiva socio-etnográfica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Por ocasião do lançamento da edição portuguesa do livro As Narrativas de Vida (Bertaux, 2016/2020), Daniel Bertaux conversou com os/as sociólogos/as reunidos no XI Congresso Português de Sociologia. O autor falou sobre as narrativas de vida como instrumento de pesquisa em ciências sociais e as controvérsias que esta metodologia suscitou. Às críticas dos seus detratores, o sociólogo contrapõe a necessidade de recolher diversas narrativas de vida dentro de um mesmo mundo social, em número suficiente para atingir a saturação. O seu principal contributo reside, assim, no modo como utilizou esta técnica particular de recolha de dados, numa perspetiva socio-etnográfica. Neste texto, corolário dessa conversa, o autor aborda também o processo de produção da própria vida (ou “antroponomia”) que ele teorizou em finais dos anos 1970.
Autores principais:Bertaux,Daniel
Assunto:narrativas de vida perspetiva socio-etnográfica padaria artesanal antroponomia.
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo Por ocasião do lançamento da edição portuguesa do livro As Narrativas de Vida (Bertaux, 2016/2020), Daniel Bertaux conversou com os/as sociólogos/as reunidos no XI Congresso Português de Sociologia. O autor falou sobre as narrativas de vida como instrumento de pesquisa em ciências sociais e as controvérsias que esta metodologia suscitou. Às críticas dos seus detratores, o sociólogo contrapõe a necessidade de recolher diversas narrativas de vida dentro de um mesmo mundo social, em número suficiente para atingir a saturação. O seu principal contributo reside, assim, no modo como utilizou esta técnica particular de recolha de dados, numa perspetiva socio-etnográfica. Neste texto, corolário dessa conversa, o autor aborda também o processo de produção da própria vida (ou “antroponomia”) que ele teorizou em finais dos anos 1970.