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As potencialidades da Teoria de Resposta ao Item na validade dos testes: Aplicação a uma prova de dependência-independência de campo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No presente estudo realizou-se uma análise aos itens da prova “Padrões” - teste de escolha múltipla informatizado que avalia a dependência-independência do campo - à luz dos modelos de um, dois e três parâmetros da Teoria de Resposta ao Item (TRI). Utilizou-se uma amostra de 1.918 candidatos ao Curso de Pilotagem Aeronáutica da Academia da Força Aérea Portuguesa. Analisou-se o ajustamento aos modelos logísticos de um (ML1), dois (ML2) e três parâmetros (ML3), concluindo-se que o primeiro modelo se ajustou a todos os itens que compõem a prova, o segundo apenas a sensivelmente metade dos itens, e o terceiro não chegou a cumprir as pré-condições. A análise dos resultados sugere que a principal razão do desajuste dos ML2 e ML3 se tenha ficado a dever à não unidimensionalidade do teste, ilustrando deste modo as exigências fundamentais da aplicação da TRI na construção e validação de provas psicológicas.
Autores principais:Vieira,Maria João
Outros Autores:Ribeiro,Rui Bártolo; Almeida,Leandro S.
Assunto:Análise dos itens Dependência-independência de campo Teoria da Resposta ao Item (TRI) Validade dos testes
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:No presente estudo realizou-se uma análise aos itens da prova “Padrões” - teste de escolha múltipla informatizado que avalia a dependência-independência do campo - à luz dos modelos de um, dois e três parâmetros da Teoria de Resposta ao Item (TRI). Utilizou-se uma amostra de 1.918 candidatos ao Curso de Pilotagem Aeronáutica da Academia da Força Aérea Portuguesa. Analisou-se o ajustamento aos modelos logísticos de um (ML1), dois (ML2) e três parâmetros (ML3), concluindo-se que o primeiro modelo se ajustou a todos os itens que compõem a prova, o segundo apenas a sensivelmente metade dos itens, e o terceiro não chegou a cumprir as pré-condições. A análise dos resultados sugere que a principal razão do desajuste dos ML2 e ML3 se tenha ficado a dever à não unidimensionalidade do teste, ilustrando deste modo as exigências fundamentais da aplicação da TRI na construção e validação de provas psicológicas.