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1987: Publicação de “A loucura do trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho”, de Christophe Dejours, no Brasil

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Em 1987, sete anos após a sua publicação na França, é editada no Brasil a versão do livro inaugural de Christophe Dejours, “Travail, usure mentale: de la psychopathologie à la psychodynamique du travail”. Na ocasião, o Brasil passava por um momento de redemocratização, com a valorização dos direitos sociais, dentre os quais o dos valores sociais do trabalho, fato que fez o livro encontrar um terreno fértil para a sua acolhida. A obra produziu grande impacto ao propor uma maneira de compreender a normalidade e o adoecimento no trabalho em uma perspectiva que não se limitava a modelos causalistas simplistas. Do mesmo modo, o papel defendido no texto sobre o coletivo para o desenvolvimento da saúde e para a realização do próprio trabalho alimentou reflexões que superavam abordagens solipsistas da problemática, servindo de suporte para diversas pesquisas e intervenções na realidade brasileira.
Autores principais:Zambroni-de-Souza,Paulo César
Outros Autores:Araújo,Anísio José da Silva; Barros,Vanessa Andrade de
Assunto:saúde trabalho psicopatologia do trabalho
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo Em 1987, sete anos após a sua publicação na França, é editada no Brasil a versão do livro inaugural de Christophe Dejours, “Travail, usure mentale: de la psychopathologie à la psychodynamique du travail”. Na ocasião, o Brasil passava por um momento de redemocratização, com a valorização dos direitos sociais, dentre os quais o dos valores sociais do trabalho, fato que fez o livro encontrar um terreno fértil para a sua acolhida. A obra produziu grande impacto ao propor uma maneira de compreender a normalidade e o adoecimento no trabalho em uma perspectiva que não se limitava a modelos causalistas simplistas. Do mesmo modo, o papel defendido no texto sobre o coletivo para o desenvolvimento da saúde e para a realização do próprio trabalho alimentou reflexões que superavam abordagens solipsistas da problemática, servindo de suporte para diversas pesquisas e intervenções na realidade brasileira.