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Capítulo VII: Imunoterapia oral ao pêssego - Normas de orientação em imunoterapia oral na alergia alimentar

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Detalhes bibliográficos
Resumo:RESUMO Com o objetivo de uniformizar procedimentos sobre imunoterapia oral na alergia alimentar em Portugal, o Grupo de Interesse de “Alergia Alimentar” da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) elaborou as “Normas de Orientação em Imunoterapia Oral na Alergia Alimentar”. A presente página educacional apresenta o sétimo capítulo das normas, onde se efetua uma revisão sobre os alergénios do pêssego, perfis de sensibilização, manifestações clínicas, enquadramento epidemiológico, bem como a evidência atual sobre os esquemas de imunoterapia oral e sublingual publicados, pretendendo comentar e discutir os protocolos existentes. Contrariamente à imunoterapia oral para os alimentos descritos nos restantes capítulos, no caso do pêssego o alvo é uma proteína ubiquitária no reino vegetal, pelo que a aquisição de tolerância permanente se traduz na possibilidade de ingestão de vários alimentos não relacionados taxonomicamente. A qualidade de vida dos doentes com alergia ao pêssego e síndrome LTP é fortemente condicionada pela restrição de múltiplos alimentos vegetais, pela evolução da alergia com sensibilização e gravidade crescentes, bem como pela ausência de rotulagem obrigatória. Acreditamos que uma imunoterapia bem sucedida modificará completamente a qualidade de vida dos doentes com esta alergia.
Autores principais:Carrapatoso,Isabel
Outros Autores:Abreu,Daniela; Gaspar,Ângela; Prates,Sara; Costa,Célia; Reis-Ferreira,Ana
Assunto:Alergia alimentar cofatores imunoterapia oral imunoterapia sublingual LTP pêssego
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:RESUMO Com o objetivo de uniformizar procedimentos sobre imunoterapia oral na alergia alimentar em Portugal, o Grupo de Interesse de “Alergia Alimentar” da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) elaborou as “Normas de Orientação em Imunoterapia Oral na Alergia Alimentar”. A presente página educacional apresenta o sétimo capítulo das normas, onde se efetua uma revisão sobre os alergénios do pêssego, perfis de sensibilização, manifestações clínicas, enquadramento epidemiológico, bem como a evidência atual sobre os esquemas de imunoterapia oral e sublingual publicados, pretendendo comentar e discutir os protocolos existentes. Contrariamente à imunoterapia oral para os alimentos descritos nos restantes capítulos, no caso do pêssego o alvo é uma proteína ubiquitária no reino vegetal, pelo que a aquisição de tolerância permanente se traduz na possibilidade de ingestão de vários alimentos não relacionados taxonomicamente. A qualidade de vida dos doentes com alergia ao pêssego e síndrome LTP é fortemente condicionada pela restrição de múltiplos alimentos vegetais, pela evolução da alergia com sensibilização e gravidade crescentes, bem como pela ausência de rotulagem obrigatória. Acreditamos que uma imunoterapia bem sucedida modificará completamente a qualidade de vida dos doentes com esta alergia.