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Artes e intervenções urbanas entre esferas materiais e digitais: tensões legal-ilegal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este texto aborda formas diversas de expressão das artesdoe nourbano, entre as fronteiras do legal e do ilegal, entre os ambientes presencial e “virtual”. O eixo central de reflexão deste artigo apoia-se na tensão entre as usuais classificações do que é considerado arte e vandalismo na esfera das galerias, museus e escolas, assim como nos fluxos das artes de rua. A proposta do texto éidentificar de que forma o poder público e as instâncias de regulação urbana têm encontrado maneiras tanto de incorporar essas artes e intervenções urbanas, quanto de criar instâncias regulatórias para coibir e ordenar esse fenómeno. Através da observação direta da ação dos writersem Lisboa, pode-se perceber que a arte urbana opera como ato de emancipação, seja na feição de umtag, um mural, umgraffiti, seja em num mero escrito urbano. Conclui-se que legal e ilegal atuam como esferas classificatórias e disciplinadoras exteriores às práticas efetuadas pelos próprios artistas urbanos.
Autores principais:Diógenes,Glória
Assunto:cidade arte urbana vandalismo ciberespaço etnografia
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Este texto aborda formas diversas de expressão das artesdoe nourbano, entre as fronteiras do legal e do ilegal, entre os ambientes presencial e “virtual”. O eixo central de reflexão deste artigo apoia-se na tensão entre as usuais classificações do que é considerado arte e vandalismo na esfera das galerias, museus e escolas, assim como nos fluxos das artes de rua. A proposta do texto éidentificar de que forma o poder público e as instâncias de regulação urbana têm encontrado maneiras tanto de incorporar essas artes e intervenções urbanas, quanto de criar instâncias regulatórias para coibir e ordenar esse fenómeno. Através da observação direta da ação dos writersem Lisboa, pode-se perceber que a arte urbana opera como ato de emancipação, seja na feição de umtag, um mural, umgraffiti, seja em num mero escrito urbano. Conclui-se que legal e ilegal atuam como esferas classificatórias e disciplinadoras exteriores às práticas efetuadas pelos próprios artistas urbanos.