Publicação

Sensibilidade de Stemphylium solani a extratos vegetais e caldas e controlo da doença no tomateiro em estufa

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Desenvolveu-se este trabalho com o objectivo de avaliar o efeito de extratos de canela (12%), alho (8%), pimenta (16%), tabaco (6%), e das caldas viçosa, bordalesa, sulfocálcica e sulfocálcica em emulsão (todas a 1%) em cinco isolados de Stemphylium solani e a eficácia dos mesmos em controlar a doença no tomateiro em estufa. Nos testes in vitro, utilizaram-se clorotalonil (1800 mg.L-1) e água como testemunhas e avaliaram-se o efeito dos tratamentos no crescimento micelial, germinação e produção de conídios. Em estufa, avaliou-se o efeito dos tratamentos na área abaixo da curva da progressão da doença (AACPD) e na produção de frutos, alterando o fungicida utilizado como testemunha para mancozebe (3 g.L-1). Observou-se grande variabilidade entre os isolados quanto à sensibilidade aos tratamentos. Estes não afetaram a esporulação, excepto a calda sulfocálcica em emulsão que a estimulou em todos os isolados. As caldas bordalesa e viçosa inibiram completamente o crescimento micelial e reduziram significativamente a germinação dos conídios na maioria dos isolados. Os extratos vegetais e as caldas causaram redução da AACPD comparado à testemunha água, especialmente a calda bordalesa, mas não afetaram a produção de frutos.
Autores principais:Domingues,Dauciléia Paula
Outros Autores:Santos,CarlosAntonio dos; Kowata-Dresch,Lígia Sayko; Reis,Carolina de Araújo; Fernandes,Maria do Carmo de Araújo; Carmo,Margarida Goréte Ferreira do
Assunto:Calda bordalesa calda viçosa extrato de alho testes in vitro Solanum lycopersicum
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Desenvolveu-se este trabalho com o objectivo de avaliar o efeito de extratos de canela (12%), alho (8%), pimenta (16%), tabaco (6%), e das caldas viçosa, bordalesa, sulfocálcica e sulfocálcica em emulsão (todas a 1%) em cinco isolados de Stemphylium solani e a eficácia dos mesmos em controlar a doença no tomateiro em estufa. Nos testes in vitro, utilizaram-se clorotalonil (1800 mg.L-1) e água como testemunhas e avaliaram-se o efeito dos tratamentos no crescimento micelial, germinação e produção de conídios. Em estufa, avaliou-se o efeito dos tratamentos na área abaixo da curva da progressão da doença (AACPD) e na produção de frutos, alterando o fungicida utilizado como testemunha para mancozebe (3 g.L-1). Observou-se grande variabilidade entre os isolados quanto à sensibilidade aos tratamentos. Estes não afetaram a esporulação, excepto a calda sulfocálcica em emulsão que a estimulou em todos os isolados. As caldas bordalesa e viçosa inibiram completamente o crescimento micelial e reduziram significativamente a germinação dos conídios na maioria dos isolados. Os extratos vegetais e as caldas causaram redução da AACPD comparado à testemunha água, especialmente a calda bordalesa, mas não afetaram a produção de frutos.