Publicação
Lesões isoladas do seio esfenoidal: Casuística de um centro hospitalar terciário
| Resumo: | Resumo Objetivos: Caraterização da clínica e principais etiologias de lesões isoladas do seio esfenoidal, através da análise da casuística de um centro hospitalar terciário. Desenho do Estudo, Material e Métodos: Estudo retrospetivo de doentes com lesões isoladas do seio esfenoidal submetidos a abordagem endoscópica nasossinusal, entre Janeiro de 2017 e Dezembro de 2021. Resultados: Foram selecionados 19 doentes, com idade média de 48.0 ± 18.7 anos. O sintoma mais comum foi a cefaleia (38.9%) seguido de obstrução nasal (33.3%). As neuropatias cranianas ocorreram exclusivamente no grupo das neoplasias malignas. A etiologia inflamatória foi a mais frequente (57.9%), incluindo sinusite fúngica (27%), rinossinusite crónica (18%) e mucocelo (5%). Conclusões: O diagnóstico de lesões isoladas do seio esfenoidal requer um elevado grau de suspeição pela sintomatologia inespecífica com que se apresentam. A intervenção cirúrgica precoce, com intuito diagnóstico ou terapêutico, está geralmente indicada, sendo a cirurgia endoscópica nasossinusal a modalidade mais adequada na maioria dos casos. |
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| Autores principais: | Caetano,Mariana |
| Outros Autores: | Oliveira,Vítor; Tomé,Diogo; Luís,Leonel |
| Assunto: | Seio esfenoidal rinossinusite lesão isolada |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Resumo Objetivos: Caraterização da clínica e principais etiologias de lesões isoladas do seio esfenoidal, através da análise da casuística de um centro hospitalar terciário. Desenho do Estudo, Material e Métodos: Estudo retrospetivo de doentes com lesões isoladas do seio esfenoidal submetidos a abordagem endoscópica nasossinusal, entre Janeiro de 2017 e Dezembro de 2021. Resultados: Foram selecionados 19 doentes, com idade média de 48.0 ± 18.7 anos. O sintoma mais comum foi a cefaleia (38.9%) seguido de obstrução nasal (33.3%). As neuropatias cranianas ocorreram exclusivamente no grupo das neoplasias malignas. A etiologia inflamatória foi a mais frequente (57.9%), incluindo sinusite fúngica (27%), rinossinusite crónica (18%) e mucocelo (5%). Conclusões: O diagnóstico de lesões isoladas do seio esfenoidal requer um elevado grau de suspeição pela sintomatologia inespecífica com que se apresentam. A intervenção cirúrgica precoce, com intuito diagnóstico ou terapêutico, está geralmente indicada, sendo a cirurgia endoscópica nasossinusal a modalidade mais adequada na maioria dos casos. |
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