Publicação

Satisfação no trabalho: Comparação de duas escalas de medida por meio de equações estruturais

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Apesar da existência de estudos relacionados à satisfação no trabalho entre nutricionistas, a literatura carece de pesquisas que tenham identificado essa satisfação em nível nacional, tão pouco comparando escalas normatizadas. Assim, o principal propósito deste estudo é comparar duas escalas para mensuração da satisfação com o trabalho - a escala de Martins e Santos (2006) e a de Lorber e Skela-Savič (2012) - utilizando uma amostra de nutricionistas brasileiros. A escala de Lorber e Skela-Savič (2012) foi superior à sua concorrente. Do ponto de vista da parcimônia, ela é muito mais simples e direta, contendo apenas 21 itens, que representam menos da metade da quantidade de itens da escala de Martins e Santos (2006), sendo também superior na adequação fatorial de seus itens, comprovada por meio de indicadores de ajuste robustos. Além disso, sua validade externa foi maior do que a de sua concorrente, pois apresentou bom desempenho preditivo no teste nomológico.
Autores principais:Ferraz,Renato
Outros Autores:Lopes,Evandro
Assunto:Gestão em Saúde Satisfação no Trabalho Nutricionistas Equações Estruturais
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Apesar da existência de estudos relacionados à satisfação no trabalho entre nutricionistas, a literatura carece de pesquisas que tenham identificado essa satisfação em nível nacional, tão pouco comparando escalas normatizadas. Assim, o principal propósito deste estudo é comparar duas escalas para mensuração da satisfação com o trabalho - a escala de Martins e Santos (2006) e a de Lorber e Skela-Savič (2012) - utilizando uma amostra de nutricionistas brasileiros. A escala de Lorber e Skela-Savič (2012) foi superior à sua concorrente. Do ponto de vista da parcimônia, ela é muito mais simples e direta, contendo apenas 21 itens, que representam menos da metade da quantidade de itens da escala de Martins e Santos (2006), sendo também superior na adequação fatorial de seus itens, comprovada por meio de indicadores de ajuste robustos. Além disso, sua validade externa foi maior do que a de sua concorrente, pois apresentou bom desempenho preditivo no teste nomológico.