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“Belos companheiros”: diálogos artísticos no design dos livros de Sidónio Muralha (1920-1982)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Sidónio Muralha, “benjamim do neorrealismo”, foi um prolixo e versátil escritor, notabilizando-se enquanto poeta, sobretudo, no campo da literatura infantil. Propomos uma abordagem do diálogo artístico presente no design das suas obras publicadas, demonstrativo das redes de sociabilidade e das opções idiossincráticas do autor, no campo do neorrealismo e não só. Abordamos a globalidade da sua obra, não particularizando o género infantojuvenil, no qual, obviamente o papel do ilustrador assumiu outra preponderância. Procurámos demonstrar que, como fruto de amizades artísticas, quase “duplas criativas” e/ou de opções editoriais acertadas, a obra publicada de Sidónio Muralha viveu de um especial cuidado estético, por vezes reformulando os conceitos do livro objeto. No seu compromisso neorrealista, Sidónio elegeu a poesia como “companheira dos homens”, assim imaginamos os seus livros como “belos companheiros” ao serviço de uma causa maior.
Autores principais:Noras,José Raimundo
Assunto:Sidónio Muralha Design Ilustração Neorrealismo
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo Sidónio Muralha, “benjamim do neorrealismo”, foi um prolixo e versátil escritor, notabilizando-se enquanto poeta, sobretudo, no campo da literatura infantil. Propomos uma abordagem do diálogo artístico presente no design das suas obras publicadas, demonstrativo das redes de sociabilidade e das opções idiossincráticas do autor, no campo do neorrealismo e não só. Abordamos a globalidade da sua obra, não particularizando o género infantojuvenil, no qual, obviamente o papel do ilustrador assumiu outra preponderância. Procurámos demonstrar que, como fruto de amizades artísticas, quase “duplas criativas” e/ou de opções editoriais acertadas, a obra publicada de Sidónio Muralha viveu de um especial cuidado estético, por vezes reformulando os conceitos do livro objeto. No seu compromisso neorrealista, Sidónio elegeu a poesia como “companheira dos homens”, assim imaginamos os seus livros como “belos companheiros” ao serviço de uma causa maior.