Publicação
Doença metastática acetabular e reconstrução pélvica com prótese de pedestal
| Resumo: | A doença metastática acetabular pode provocar dor incapacitante e mesmo levar à perda da capacidade de marcha. Os pacientes com atingimento de importantes regiões de carga do acetábulo e falência da anca iminente ou presente podem beneficiar de tratamento cirúrgico. A intervenção cirúrgica da doença metastática acetabular está entre os procedimentos mais desafiantes da ortopedia oncológica devido à complexidade anatómica da resseção tumoral e à necessidade de garatir uma reconstrução estável imediata de modo a aliviar as queixas álgicas e restaurar a função ambulatória. Foram propostas várias técnicas de reconstrução acetabular, no entanto a maioria com resultados funcionais fracos e elevada taxa de complicações. Apresentamos uma paciente com 70 anos de idade, com lesão acetabular metastática única e sintomática, a qual foi submetida a resseção total da zona II e parcial da zona III de Enneking, seguida de reconstrução pélvica com uma prótese modular de pedestal, e os seus resultados clínicos e funcionais. |
|---|---|
| Autores principais: | Freitas,João |
| Outros Autores: | Moura,Diogo; Fonseca,Ruben; Casanova,José |
| Assunto: | Metástase acetabular reconstrução prótese pedestal |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | relatório |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | A doença metastática acetabular pode provocar dor incapacitante e mesmo levar à perda da capacidade de marcha. Os pacientes com atingimento de importantes regiões de carga do acetábulo e falência da anca iminente ou presente podem beneficiar de tratamento cirúrgico. A intervenção cirúrgica da doença metastática acetabular está entre os procedimentos mais desafiantes da ortopedia oncológica devido à complexidade anatómica da resseção tumoral e à necessidade de garatir uma reconstrução estável imediata de modo a aliviar as queixas álgicas e restaurar a função ambulatória. Foram propostas várias técnicas de reconstrução acetabular, no entanto a maioria com resultados funcionais fracos e elevada taxa de complicações. Apresentamos uma paciente com 70 anos de idade, com lesão acetabular metastática única e sintomática, a qual foi submetida a resseção total da zona II e parcial da zona III de Enneking, seguida de reconstrução pélvica com uma prótese modular de pedestal, e os seus resultados clínicos e funcionais. |
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