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Pediatric oncology quality of life scale – POQOLS: adaptação de um instrumento para a população portuguesa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Apresenta-se um estudo de adaptação da Pediatric Oncology Quality of Life Scale, uma escala com 21 itens, distribuídos por três dimensões, que é respondida pelos pais da criança com cancro. Participaram 125 progenitores, divididos por dois grupos: pais de crianças com cancro (N= 65) e pais de crianças sobreviventes ao cancro, que tinham terminado o tratamento há mais de cinco anos (N=60). A média de idade das crianças é de 8 anos para o grupo de doentes e de 12 anos para o grupo de sobreviventes. Adoptámos uma perspectiva conservadora de adaptação da escala, onde tentámos manter a estrutura da versão portuguesa idêntica à da versão original. Ficámos então com uma versão com 21 itens distribuídos por três dimensões. As propriedades métricas são satisfatórias, a análise factorial exploratória que seguiu os passos da versão original em Inglês mostra que alguns dos itens carregam outros factores. Genericamente pode-se dizer que a escala tem propriedades satisfatórias, que é adequada para avaliar a qualidade de vida de crianças com cancro, mas que necessita de continuar a ser investigada.
Autores principais:Silva,Marisa
Outros Autores:Ribeiro,José Luís Pais
Assunto:Qualidade de vida Crianças Sobrevivente cancro
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Apresenta-se um estudo de adaptação da Pediatric Oncology Quality of Life Scale, uma escala com 21 itens, distribuídos por três dimensões, que é respondida pelos pais da criança com cancro. Participaram 125 progenitores, divididos por dois grupos: pais de crianças com cancro (N= 65) e pais de crianças sobreviventes ao cancro, que tinham terminado o tratamento há mais de cinco anos (N=60). A média de idade das crianças é de 8 anos para o grupo de doentes e de 12 anos para o grupo de sobreviventes. Adoptámos uma perspectiva conservadora de adaptação da escala, onde tentámos manter a estrutura da versão portuguesa idêntica à da versão original. Ficámos então com uma versão com 21 itens distribuídos por três dimensões. As propriedades métricas são satisfatórias, a análise factorial exploratória que seguiu os passos da versão original em Inglês mostra que alguns dos itens carregam outros factores. Genericamente pode-se dizer que a escala tem propriedades satisfatórias, que é adequada para avaliar a qualidade de vida de crianças com cancro, mas que necessita de continuar a ser investigada.