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Fragilidade Ambiental e Zoneamento Ecológico Econômico da Bacia Hidrográfica do Rio Preto - Estado de Goiás - Brasil

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Detalhes bibliográficos
Resumo:RESUMO O Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) é um instrumento de gestão territorial, uma forma de organização do território em zonas indicando atividades que considerem suas potencialidades e fragilidades. A pesquisa analisou de forma integrada a paisagem na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, situada no sul do Estado de Goiás (Brasil) com o objetivo de propor um zoneamento aliando conservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico. A partir da análise da paisagem, foram delimitadas cinco zonas: 1) zona de uso restrito (32%), caracterizada pelas áreas de vegetação remanescente, vertentes com dissecação forte/muito forte e solos hidromórficos; 2) zona de expansão urbanoindustrial (0,53%); 3) zona de produção sucroenergética consolidada (19,47%), área onde se localizam uma usina e suas respectivas áreas de plantio de cana-de-açúcar; 4) zona de uso agrosilvopastoril I (18%), caracterizada por ser favorável ao plantio de grãos, silvicultura e pastagem; 5) zona de uso agrosilvopastoril II (30%), com as mesmas características da zona anterior, mas com possibilidade de expansão dos plantios de cana-de-açúcar. Propõe-se a criação de um cinturão de unidade de conservação aproveitando as serras, além de estabelecer corredores ecológicos em todo o Rio Preto, o que resultaria em médio prazo no aumento da produção de água.
Autores principais:Silva,Lorena Paula
Outros Autores:Martins,Alécio Perini
Assunto:Ordenamento territorial Conservação ambiental Geotecnologias Paisagem
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:RESUMO O Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) é um instrumento de gestão territorial, uma forma de organização do território em zonas indicando atividades que considerem suas potencialidades e fragilidades. A pesquisa analisou de forma integrada a paisagem na Bacia Hidrográfica do Rio Preto, situada no sul do Estado de Goiás (Brasil) com o objetivo de propor um zoneamento aliando conservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico. A partir da análise da paisagem, foram delimitadas cinco zonas: 1) zona de uso restrito (32%), caracterizada pelas áreas de vegetação remanescente, vertentes com dissecação forte/muito forte e solos hidromórficos; 2) zona de expansão urbanoindustrial (0,53%); 3) zona de produção sucroenergética consolidada (19,47%), área onde se localizam uma usina e suas respectivas áreas de plantio de cana-de-açúcar; 4) zona de uso agrosilvopastoril I (18%), caracterizada por ser favorável ao plantio de grãos, silvicultura e pastagem; 5) zona de uso agrosilvopastoril II (30%), com as mesmas características da zona anterior, mas com possibilidade de expansão dos plantios de cana-de-açúcar. Propõe-se a criação de um cinturão de unidade de conservação aproveitando as serras, além de estabelecer corredores ecológicos em todo o Rio Preto, o que resultaria em médio prazo no aumento da produção de água.