Publicação

Testes de função pulmonar no transplante de medula óssea: Revisão sistemática

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:As complicações pulmonares constituem causa importante de morbidade e mortalidade em doentes submetidos a transplante de medula óssea. Os testes de função pulmonar são utilizados rotineiramente na avaliação antes e no acompanhamento após o transplante. A revisão sistemática da literatura mostrou que a presença de alterações nos testes de função pulmonar antes do transplante de medula não esteve relacionada com maior incidência de complicações pulmonares pós-transplante. Entretanto, alterações destes testes após o transplante estiveram relacionadas com maior incidência de complicações respiratórias. Desta forma, embora as alterações dos testes de função pulmonar pré-transplante não tenham sido de valor preditivo positivo na detecção precoce de complicações respiratórias pós-transplante, os mesmos podem ser úteis na comparação com os testes realizados após o transplante e devem fazer parte da avaliação de doentes candidatos ao transplante de medula óssea.
Autores principais:Mancuso,Eliane Viana
Outros Autores:Rezende,Nilton Alves de
Assunto:Transplante de medula óssea testes de função pulmonar revisão sistemática
Ano:2006
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:As complicações pulmonares constituem causa importante de morbidade e mortalidade em doentes submetidos a transplante de medula óssea. Os testes de função pulmonar são utilizados rotineiramente na avaliação antes e no acompanhamento após o transplante. A revisão sistemática da literatura mostrou que a presença de alterações nos testes de função pulmonar antes do transplante de medula não esteve relacionada com maior incidência de complicações pulmonares pós-transplante. Entretanto, alterações destes testes após o transplante estiveram relacionadas com maior incidência de complicações respiratórias. Desta forma, embora as alterações dos testes de função pulmonar pré-transplante não tenham sido de valor preditivo positivo na detecção precoce de complicações respiratórias pós-transplante, os mesmos podem ser úteis na comparação com os testes realizados após o transplante e devem fazer parte da avaliação de doentes candidatos ao transplante de medula óssea.