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Tromboflebite Séptica da Veia Porta como Complicação de Apendicite Aguda

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo A pileflebite é uma tromboflebite da veia porta, ou suas tributárias, secundária a um processo infeccioso intra-abdominal. Apresentamos o caso de um homem de 40 anos que recorre ao serviço de urgência com dor abdominal nos quadrantes inferiores, vómitos biliares com oito dias de evolução. Analiticamente: leucocitose de 17 000 uL, proteína C reativa elevada. Ecografia abdominal compatível com apendicite aguda. Realizou apendicectomia de McBurney. Ficou internado no Serviço de Cirurgia. Ao dia 2 de internamento iniciou febre e distensão abdominal. Na tomografia computorizada abdominal constata-se veia porta com trombo endoluminal não completamente obstrutivo, que se estende à veia mesentérica superior (ocluída nos ramos proximais e segmentares). Iniciou hipocoagulação e antibioterapia, ficando orientado para consulta externa, onde realizou estudo protrombótico e excluídas causas de doença hepática. Estudo de imagem aos 3 meses de hipocoagulação mostrou trombose da porta recanalizada, sem colaterização.
Autores principais:Souto,Márcia Mendonça
Outros Autores:Carvas,João; Canelas,Cátia; Linhares,Fernanda; Silva,Renata
Assunto:Apendicite Sepse Tromboflebite Veia Porta
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo A pileflebite é uma tromboflebite da veia porta, ou suas tributárias, secundária a um processo infeccioso intra-abdominal. Apresentamos o caso de um homem de 40 anos que recorre ao serviço de urgência com dor abdominal nos quadrantes inferiores, vómitos biliares com oito dias de evolução. Analiticamente: leucocitose de 17 000 uL, proteína C reativa elevada. Ecografia abdominal compatível com apendicite aguda. Realizou apendicectomia de McBurney. Ficou internado no Serviço de Cirurgia. Ao dia 2 de internamento iniciou febre e distensão abdominal. Na tomografia computorizada abdominal constata-se veia porta com trombo endoluminal não completamente obstrutivo, que se estende à veia mesentérica superior (ocluída nos ramos proximais e segmentares). Iniciou hipocoagulação e antibioterapia, ficando orientado para consulta externa, onde realizou estudo protrombótico e excluídas causas de doença hepática. Estudo de imagem aos 3 meses de hipocoagulação mostrou trombose da porta recanalizada, sem colaterização.