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Bullying homofóbico no contexto escolar em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente estudo pretendeu explorar o fenómeno do bullying homofóbico em Portugal relativamente à sua prevalência, consequências e formas de agressão. Mediante um questionário online, distribuído pelos núcleos locais da Associação rede ex aequo e preenchido por 184 estudantes, verificou­‑se que, à semelhança de resultados internacionais, o recinto escolar é o local privilegiado para a ocorrência deste fenómeno. Os resultados indicam que prevalece a violência psicológica e a vitimização de rapazes; os comportamentos de agressão são desvalorizados; subsiste uma não intervenção nas situações presenciadas; existem consequências psicológicas significativas para as vítimas de bullying homofóbico, em comparação com as não­‑vítimas. Defende­‑se a importância de conceber programas de sensibilização, de criar medidas de protecção para as vítimas, e ainda de aprofundar a investigação desta temática.
Autores principais:António,Raquel
Outros Autores:Pinto,Tiago; Pereira,Catarina; Farcas,Diana; Moleiro,Carla
Assunto:bullying homofobia orientação sexual escola
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:O presente estudo pretendeu explorar o fenómeno do bullying homofóbico em Portugal relativamente à sua prevalência, consequências e formas de agressão. Mediante um questionário online, distribuído pelos núcleos locais da Associação rede ex aequo e preenchido por 184 estudantes, verificou­‑se que, à semelhança de resultados internacionais, o recinto escolar é o local privilegiado para a ocorrência deste fenómeno. Os resultados indicam que prevalece a violência psicológica e a vitimização de rapazes; os comportamentos de agressão são desvalorizados; subsiste uma não intervenção nas situações presenciadas; existem consequências psicológicas significativas para as vítimas de bullying homofóbico, em comparação com as não­‑vítimas. Defende­‑se a importância de conceber programas de sensibilização, de criar medidas de protecção para as vítimas, e ainda de aprofundar a investigação desta temática.