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Rotura Esplénica: uma Complicação Rara da Colonoscopia

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Detalhes bibliográficos
Resumo:INTRODUÇÃO: A rotura esplénica é uma complicação rara da colonoscopia. Talvez por isso, é, muitas vezes, tardiamente considerada com possíveis prejuízos na sua evolução. A maioria dos 54 casos descritos foi diagnosticada por tomografia computorizada e sujeita a esplenectomia. Descreve-se o caso duma doente de 47 anos submetida a colonoscopia para investigação de tumor primário após TC abdominal sugestivo de metástases hepáticas. Após colonoscopia, que não revelou lesões e decorreu sem dificuldades técnicas, iniciou dor nos quadrantes abdominais esquerdos e hipotensão com diminuição do hematócrito. Submetida a laparotomia exploradora urgente, constatou-se rotura esplénica com hemoperitoneu, tendo realizado esplenectomia com boa evolução pós-operatória. Faz-se revisão da literatura e chama-se a atenção para a necessidade dum elevado índice de suspeição para o diagnóstico.
Autores principais:Santos,Hermano
Outros Autores:Caldeira,Paulo; Sousa,Diamantino; Ramos,André; Cabrita,Carlos; Belo,Teresa; Açucena,Francisco; Ildefonso,João; Guerreiro,Horácio
Assunto:Esplenectomia hemoperitoneu rotura esplénica
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:INTRODUÇÃO: A rotura esplénica é uma complicação rara da colonoscopia. Talvez por isso, é, muitas vezes, tardiamente considerada com possíveis prejuízos na sua evolução. A maioria dos 54 casos descritos foi diagnosticada por tomografia computorizada e sujeita a esplenectomia. Descreve-se o caso duma doente de 47 anos submetida a colonoscopia para investigação de tumor primário após TC abdominal sugestivo de metástases hepáticas. Após colonoscopia, que não revelou lesões e decorreu sem dificuldades técnicas, iniciou dor nos quadrantes abdominais esquerdos e hipotensão com diminuição do hematócrito. Submetida a laparotomia exploradora urgente, constatou-se rotura esplénica com hemoperitoneu, tendo realizado esplenectomia com boa evolução pós-operatória. Faz-se revisão da literatura e chama-se a atenção para a necessidade dum elevado índice de suspeição para o diagnóstico.