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Identificando os factores de influência da compra por impulso em adolescentes portugueses
| Summary: | A compra por impulso tem sido uma área vastamente pesquisada, entretanto, raras investigações têm sido realizadas em Portugal e particularmente com o público adolescente. Este estudo teve o objectivo de identificar factores influenciadores da compra impulsiva (variáveis sociodemográficas, práticas sociais, variáveis de consumo, de influência grupal e valores). Participaram 238 adolescentes portugueses (117 rapazes e 121 raparigas, com idade média de 15.43 anos) da cidade de Maia, distrito de Porto. Os resultados mostram que o sexo de pertença não influência a compra por impulso, e que a frequência de visitas a centros comerciais por mês, o prazer nas compras, a importância atribuída à marca, a tendência a gastar mais na presença de amigos e o materialismo nas compras têm uma correlação positiva com a compra por impulso, enquanto os valores de bem-estar profissional apresentam uma relação negativa. Os resultados corroboram a literatura e contribuem para compreender melhor o comportamento de compra impulsiva em Portugal. |
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| Main Authors: | Lins,Samuel |
| Other Authors: | Poeschl,Gabrielle; Eberhardt,Ana |
| Subject: | Adolescentes Portugal Compra por impulso Valores |
| Year: | 2016 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | article |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | SciELO Portugal |
| Summary: | A compra por impulso tem sido uma área vastamente pesquisada, entretanto, raras investigações têm sido realizadas em Portugal e particularmente com o público adolescente. Este estudo teve o objectivo de identificar factores influenciadores da compra impulsiva (variáveis sociodemográficas, práticas sociais, variáveis de consumo, de influência grupal e valores). Participaram 238 adolescentes portugueses (117 rapazes e 121 raparigas, com idade média de 15.43 anos) da cidade de Maia, distrito de Porto. Os resultados mostram que o sexo de pertença não influência a compra por impulso, e que a frequência de visitas a centros comerciais por mês, o prazer nas compras, a importância atribuída à marca, a tendência a gastar mais na presença de amigos e o materialismo nas compras têm uma correlação positiva com a compra por impulso, enquanto os valores de bem-estar profissional apresentam uma relação negativa. Os resultados corroboram a literatura e contribuem para compreender melhor o comportamento de compra impulsiva em Portugal. |
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