Publication
Pulmão e gravidez
| Summary: | A patologia respiratória é relativamente frequente durante a gravidez. Um terço das grávidas sofrem exacerbação da asma. O tromboembolismo pulmonar é cerca de 5 vezes mais frequente na gravidez. As pneumonias bacterianas, virais e fúngicas são mal toleradas pela grávida, provocando significativa morbilidade materno-fetal, insuficiência respiratória, baixo peso ao nascer ou prematuridade. A tuberculose, se não for tratada, pode aumentar em 4 vezes a mortalidade materna e em 9 vezes o parto pré-termo. A gravidez está contra-indicada em mulheres com fibrose quística e função pulmonar grave. Apesar dos progressos terapêuticos, a hipertensão pulmonar continua a estar associada a valores superiores a 30% de morbilidade e mortalidade materno-fetal. Aproximadamente 1 em 1000-1500 gravidezes é complicada por neoplasia maligna materna. O cancro do pulmão nas grávidas coloca desafios terapêuticos importantes devido às elevadas taxas de mortalidade. |
|---|---|
| Main Authors: | Marcos,Inês A C Gonçalves |
| Subject: | Pulmão gravidez alterações fisiológicas complicações pulmonares |
| Year: | 2007 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | article |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | SciELO Portugal |
| Summary: | A patologia respiratória é relativamente frequente durante a gravidez. Um terço das grávidas sofrem exacerbação da asma. O tromboembolismo pulmonar é cerca de 5 vezes mais frequente na gravidez. As pneumonias bacterianas, virais e fúngicas são mal toleradas pela grávida, provocando significativa morbilidade materno-fetal, insuficiência respiratória, baixo peso ao nascer ou prematuridade. A tuberculose, se não for tratada, pode aumentar em 4 vezes a mortalidade materna e em 9 vezes o parto pré-termo. A gravidez está contra-indicada em mulheres com fibrose quística e função pulmonar grave. Apesar dos progressos terapêuticos, a hipertensão pulmonar continua a estar associada a valores superiores a 30% de morbilidade e mortalidade materno-fetal. Aproximadamente 1 em 1000-1500 gravidezes é complicada por neoplasia maligna materna. O cancro do pulmão nas grávidas coloca desafios terapêuticos importantes devido às elevadas taxas de mortalidade. |
|---|