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Os estilos educativos parentais e o funcionamento familiar numa amostra de adolescentes

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Detalhes bibliográficos
Resumo:RESUMO Esta investigação pretende explorar a perceção dos adolescentes sobre os estilos educativos parentais e o funcionamento familiar. A amostra foi constituída por 365 participantes, 213 do sexo feminino e 152 do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos. Os instrumentos utilizados foram o Questionários dos Estilos Educativos Parentais (QEEP) e a Systemic Clinical Outcome and Routine Evaluation (SCORE-15). Foram realizadas correlações de Pearson, bem como análises de variância multivariada (MANOVA), com vista a analisar as diferenças em relação às variáveis sociodemográficas. Os resultados indicaram que os adolescentes com mães com idades entre os 46 e os 60 anos as percecionam como mais responsivas. Foi, ainda, possível observar a responsividade e a exigência como preditores negativos dos recursos familiares, assim como a comunicação na família.
Autores principais:Mendes,Márcia
Outros Autores:Fernandes,Otília Monteiro; Relva,Inês Carvalho
Assunto:Estilos educativos parentais Funcionamento familiar Adolescência Responsividade Exigência.
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:RESUMO Esta investigação pretende explorar a perceção dos adolescentes sobre os estilos educativos parentais e o funcionamento familiar. A amostra foi constituída por 365 participantes, 213 do sexo feminino e 152 do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos. Os instrumentos utilizados foram o Questionários dos Estilos Educativos Parentais (QEEP) e a Systemic Clinical Outcome and Routine Evaluation (SCORE-15). Foram realizadas correlações de Pearson, bem como análises de variância multivariada (MANOVA), com vista a analisar as diferenças em relação às variáveis sociodemográficas. Os resultados indicaram que os adolescentes com mães com idades entre os 46 e os 60 anos as percecionam como mais responsivas. Foi, ainda, possível observar a responsividade e a exigência como preditores negativos dos recursos familiares, assim como a comunicação na família.