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Produção de Madeira Roliça para Serraria de Pinus taeda no Sul do Brasil: Abordagem Experimental

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Avaliou-se o efeito da densidade inicial de plantio na produção de madeira para serraria em povoamentos de Pinus taeda no sul do Brasil. Cinco espaçamentos foram comparados: (1) 2,5 m x 1,2 m; (2) 2,5 m x 2,0 m; (3) 2,5 m x 2,8 m; (4) 2,5 m x 3,6 m; e (5) 2,5 m x 4,4 m. Os dados foram obtidos de um experimento em blocos casualizados em propriedades de uma empresa florestal brasileira. O experimento foi analisado biometricamente via ANOVA e teste de Tukey. Análise gráfica foi empregada para avaliar o impacto de cinco regimes de desbaste: (1) corte final aos 15 anos, sem desbaste; (2) corte final aos 20 anos, sem desbaste; (3) desbaste sistemático aos 9 anos e corte final aos 20; (4) desbastes selectivos aos 9 e 15 anos e corte final aos 20 anos; e (5) desbaste sistemático combinado com selectivo aos 9 anos, selectivo aos 15 e corte final aos 20. Os resultados indicaram diferenças significativas a 1% entre os espaçamentos. A produção volumétrica para serraria aumentou gradativamente com o aumento do espaçamento, com marcantes diferenças entre as densidades extremas. Na idade de 9 anos, os espaçamentos 2,5 m x 4,4 m e 2,5 m x 4,4 m, não diferentes entre si, foram os de melhor performance. As análises via simulação, entretanto, apontaram que o efeito da densidade inicial pode ser anulado em um período mais longo de tempo, sobretudo pelo efeito de diferentes regimes de desbaste.
Autores principais:Sanquetta,Carlos R.
Outros Autores:Rezende,Alba V.; Gaiad,Débora; Schaaf,Luciano B.; Zampier,Ana C.
Assunto:desbaste espaçamento manejo florestal simulação sítio
Ano:2001
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Avaliou-se o efeito da densidade inicial de plantio na produção de madeira para serraria em povoamentos de Pinus taeda no sul do Brasil. Cinco espaçamentos foram comparados: (1) 2,5 m x 1,2 m; (2) 2,5 m x 2,0 m; (3) 2,5 m x 2,8 m; (4) 2,5 m x 3,6 m; e (5) 2,5 m x 4,4 m. Os dados foram obtidos de um experimento em blocos casualizados em propriedades de uma empresa florestal brasileira. O experimento foi analisado biometricamente via ANOVA e teste de Tukey. Análise gráfica foi empregada para avaliar o impacto de cinco regimes de desbaste: (1) corte final aos 15 anos, sem desbaste; (2) corte final aos 20 anos, sem desbaste; (3) desbaste sistemático aos 9 anos e corte final aos 20; (4) desbastes selectivos aos 9 e 15 anos e corte final aos 20 anos; e (5) desbaste sistemático combinado com selectivo aos 9 anos, selectivo aos 15 e corte final aos 20. Os resultados indicaram diferenças significativas a 1% entre os espaçamentos. A produção volumétrica para serraria aumentou gradativamente com o aumento do espaçamento, com marcantes diferenças entre as densidades extremas. Na idade de 9 anos, os espaçamentos 2,5 m x 4,4 m e 2,5 m x 4,4 m, não diferentes entre si, foram os de melhor performance. As análises via simulação, entretanto, apontaram que o efeito da densidade inicial pode ser anulado em um período mais longo de tempo, sobretudo pelo efeito de diferentes regimes de desbaste.