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Revascularização dos membros inferiores a partir da aorta ascendente: caso clínico

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A revascularização dos membros inferiores a partir da aorta torácica, apesar de exequível, representa uma opção incomum. Os autores descrevem o caso clínico de um doente com estenose aórtica severa, coartação da aorta ao nível do istmo, disseção crónica da aorta tipo B e oclusão da artéria ilíaca externa esquerda. Foi submetido, no mesmo tempo operatório, à substituição da válvula aórtica e construção de uma pontagem da aorta torácica ascendente para ambas as artérias femorais comuns. O doente evoluiu favoravelmente tendo alta hospitalar ao 13.◦ dia pós-operatório, encontrando-se agora em seguimento. Trata-se de um procedimento raro, complexo e realizável graças à colaboração multidisciplinar entre cirurgiões vasculares e cirurgiões cardiotorácicos.
Autores principais:Abreu,Rodolfo
Outros Autores:Castro,João Monteiro; Valentim,Hugo; Laranjeira,Álvaro; Rodrigues,Hugo; Rodrigues,Gonçalo; Quintas,Anita; Camacho,Nélson; Gonçalves,Frederico Bastos; Castro,João Albuquerque; Ferreira,Maria Emília; Fragata,José; Capitão,Luis Mota
Assunto:Estenose aórtica Doença arterial obstrutiva periférica Disseção aórtica crónica tipo B Pontagem aorta ascendente-bifemoral
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:A revascularização dos membros inferiores a partir da aorta torácica, apesar de exequível, representa uma opção incomum. Os autores descrevem o caso clínico de um doente com estenose aórtica severa, coartação da aorta ao nível do istmo, disseção crónica da aorta tipo B e oclusão da artéria ilíaca externa esquerda. Foi submetido, no mesmo tempo operatório, à substituição da válvula aórtica e construção de uma pontagem da aorta torácica ascendente para ambas as artérias femorais comuns. O doente evoluiu favoravelmente tendo alta hospitalar ao 13.◦ dia pós-operatório, encontrando-se agora em seguimento. Trata-se de um procedimento raro, complexo e realizável graças à colaboração multidisciplinar entre cirurgiões vasculares e cirurgiões cardiotorácicos.