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Fatores associados aos sintomas depressivos em agentes comunitários de saúde

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo O objetivo do presente estudo foi responder à pergunta “Quais são os fatores associados à prevalência de sintomas depressivos em agentes comunitários de saúde”. É um estudo transversal, quantitativo e analítico no qual utilizou instrumento Patient Health Questionnaire - 9 para verificar os sintomas depressivos e um questionário sobre as condições sociodemográficas e ocupacionais. Realizou-se regressão múltipla de Poisson com variância robusta, considerando um nível de significância de 5% (p < .05). Participaram do estudo 673 agentes comunitários de saúde. A prevalência para os sintomas depressivos foi de 19.0% (N = 128). Houve associação com o sexo feminino (RP:1.09; IC:1.03-1.05), tempo de trabalho como agente comunitário de saúde acima de 6 anos (RP:1.12; IC:1.06-1.17), insatisfação no trabalho (RP:1.13; IC:1.07-1.19) e a variável ser religioso (RP:.90; IC:.84-.97) como fator de proteção. Verificou-se alta prevalência de sintomas depressivos entre agentes comunitários de saúde havendo associação com fatores sociodemográficos e ocupacionais.
Autores principais:Barbosa,Mariane Silveira
Outros Autores:Brito,Maria Fernanda Santos Figueiredo; Rossi-Barbosa,Luiza Augusta Rosa; Santos,Gustavo Ribeiro dos; Moreira,Kênia Souto
Assunto:depressão agentes comunitários de saúde saúde do trabalhador atenção primária à saúde
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo O objetivo do presente estudo foi responder à pergunta “Quais são os fatores associados à prevalência de sintomas depressivos em agentes comunitários de saúde”. É um estudo transversal, quantitativo e analítico no qual utilizou instrumento Patient Health Questionnaire - 9 para verificar os sintomas depressivos e um questionário sobre as condições sociodemográficas e ocupacionais. Realizou-se regressão múltipla de Poisson com variância robusta, considerando um nível de significância de 5% (p < .05). Participaram do estudo 673 agentes comunitários de saúde. A prevalência para os sintomas depressivos foi de 19.0% (N = 128). Houve associação com o sexo feminino (RP:1.09; IC:1.03-1.05), tempo de trabalho como agente comunitário de saúde acima de 6 anos (RP:1.12; IC:1.06-1.17), insatisfação no trabalho (RP:1.13; IC:1.07-1.19) e a variável ser religioso (RP:.90; IC:.84-.97) como fator de proteção. Verificou-se alta prevalência de sintomas depressivos entre agentes comunitários de saúde havendo associação com fatores sociodemográficos e ocupacionais.