Publicação
Caracterização do perfil lesional em ginástica artística feminina: um estudo prospectivo das ginastas Portuguesas de competição ao longo de uma época desportiva
| Resumo: | O objectivo geral deste estudo foi analisar e caracterizar as lesões ocorridas ao longo da época desportiva 2006/2007 na totalidade das ginastas portuguesas de competição. Foram observadas 79 atletas de Ginástica Artística Feminina, com idades entre os 6 e 18 anos, treinando em média 14,15h/semana. As lesões foram categorizadas em função da etiologia, tipo, distribuição anatómica, severidade e aparelho de ocorrência. Como principais resultados salienta-se: (i) 43% das atletas lesionaram-se, com uma taxa de 2,47 lesões em treino e 1,95 em competição; (ii) a maioria das lesões foi traumática (58,3%); (iii) a lesão mais frequente foi a entorse (21,3%); (iv) os membros inferiores foram a região mais atingida (53,5%); (v) a trave olímpica foi o aparelho com maior incidência lesiva (19,7%). Como principais conclusões, observou-se uma tendência notória na natureza das lesões tanto em função da sua etiologia, como da localização anatómica, tendência também evidente em relação à influência de algumas características de cargabilidade ( h/semanais treino) no aparecimento de lesões. |
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| Autores principais: | Amaral,Luísa |
| Outros Autores: | Santos,Paulo; Ferreirinha,José |
| Assunto: | ginástica artística feminina lesões |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | O objectivo geral deste estudo foi analisar e caracterizar as lesões ocorridas ao longo da época desportiva 2006/2007 na totalidade das ginastas portuguesas de competição. Foram observadas 79 atletas de Ginástica Artística Feminina, com idades entre os 6 e 18 anos, treinando em média 14,15h/semana. As lesões foram categorizadas em função da etiologia, tipo, distribuição anatómica, severidade e aparelho de ocorrência. Como principais resultados salienta-se: (i) 43% das atletas lesionaram-se, com uma taxa de 2,47 lesões em treino e 1,95 em competição; (ii) a maioria das lesões foi traumática (58,3%); (iii) a lesão mais frequente foi a entorse (21,3%); (iv) os membros inferiores foram a região mais atingida (53,5%); (v) a trave olímpica foi o aparelho com maior incidência lesiva (19,7%). Como principais conclusões, observou-se uma tendência notória na natureza das lesões tanto em função da sua etiologia, como da localização anatómica, tendência também evidente em relação à influência de algumas características de cargabilidade ( h/semanais treino) no aparecimento de lesões. |
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