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Sobre Caminhar em Confinamento

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo No aparente paradoxo que a ideia de “caminhar em confinamento” encerra - também na sua relação com a cidade - encontrámos, na experiência de confinamento, algumas possibilidades de operar nessa tensão paradoxal. Serão hipóteses de potência coreopolítica, se postas em oposição à sensação de auto-corepoliciamento (a autovigilância do próprio movimento) e à extrema atenção dada ao movimento do “outro” como ameaça, que pode ser transformado numa proposta de jogo social.
Autores principais:Antunes,Rui Filipe
Outros Autores:Coelho,Sílvia Pinto
Assunto:caminhar confinamento coreopolítica coreopolícia
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo No aparente paradoxo que a ideia de “caminhar em confinamento” encerra - também na sua relação com a cidade - encontrámos, na experiência de confinamento, algumas possibilidades de operar nessa tensão paradoxal. Serão hipóteses de potência coreopolítica, se postas em oposição à sensação de auto-corepoliciamento (a autovigilância do próprio movimento) e à extrema atenção dada ao movimento do “outro” como ameaça, que pode ser transformado numa proposta de jogo social.