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Aplicações móveis de apoio à autogestão da diabetes tipo 2: experiências, necessidades e preferências do cliente

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Enquadramento: As aplicações móveis podem ser úteis para a autogestão da diabetes. Conhecer as necessidades e preferências dos utilizadores é fundamental para que estas ferramentas sejam um suporte efetivo neste processo. Objetivos: Conhecer as experiências, identificar as necessidades e explorar as preferências de pessoas com diabetes mellitus tipo 2 relativamente a aplicações móveis de apoio à autogestão da doença e regime terapêutico. Metodologia: Estudo descritivo, de natureza qualitativa, com 12 participantes recrutados por técnica amostral de bola de neve. Dados recolhidos por entrevistas semiestruturadas e analisados pela técnica de análise de conteúdo. Resultados: Emergiram seis categorias (funções e características técnicas, conteúdos de informação, autodeterminação, gestão de emoções, profissional de saúde e fatores facilitadores). Os dados sugerem baixas competências digitais, necessidade de acesso à informação e a preferência por aplicações multifuncionais e interativas. Conclusão: Apesar da utilização parca de aplicações relacionadas com a saúde, as pessoas assumem interesse e percecionam o benefício de utilizar estas ferramentas para gerir a sua diabetes.
Autores principais:Ribeiro,Sílvia Manuela da Silva
Outros Autores:Landeiro,Maria José Lumini; Santos,Alzira Teresa Vieira Martins Ferreira dos; Santos,Célia Samarina Vilaça de Brito; Sousa,Maria Rui
Assunto:diabetes mellitus tipo 2 aplicativos móveis autogestão preferência do paciente
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo Enquadramento: As aplicações móveis podem ser úteis para a autogestão da diabetes. Conhecer as necessidades e preferências dos utilizadores é fundamental para que estas ferramentas sejam um suporte efetivo neste processo. Objetivos: Conhecer as experiências, identificar as necessidades e explorar as preferências de pessoas com diabetes mellitus tipo 2 relativamente a aplicações móveis de apoio à autogestão da doença e regime terapêutico. Metodologia: Estudo descritivo, de natureza qualitativa, com 12 participantes recrutados por técnica amostral de bola de neve. Dados recolhidos por entrevistas semiestruturadas e analisados pela técnica de análise de conteúdo. Resultados: Emergiram seis categorias (funções e características técnicas, conteúdos de informação, autodeterminação, gestão de emoções, profissional de saúde e fatores facilitadores). Os dados sugerem baixas competências digitais, necessidade de acesso à informação e a preferência por aplicações multifuncionais e interativas. Conclusão: Apesar da utilização parca de aplicações relacionadas com a saúde, as pessoas assumem interesse e percecionam o benefício de utilizar estas ferramentas para gerir a sua diabetes.