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Tatuagens temporárias: Inofensivas?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As tatuagens temporárias com hena são usadas tradicionalmente nos países islâmicos ou orientais para tingir o cabelo, as unhas e a pele e tem‑se tornado, nos últimos anos, uma prática frequente em estâncias de férias, onde se tem tornado uma prática comum pela ausência de risco infeccioso, aplicação indolor e limitada e baixo custo. Na preparação da hena podem ser usados produtos de origem natural ou parafenilenodiamina (PPDA), um potente sensibilizante. Apresenta‑se o caso de uma adolescente observada no serviço de urgência pediátrica por dermatite exuberante na mão, após aplicação de tatuagem de hena. Na sequência da investigação etiológica foi identificada sensibilização a PPDA através de testes epicutâneos. Os autores reportam o caso no sentido de alertar para esta prática, cada vez mais comum em crianças, que pode não ser tão inofensiva quanto aparenta
Autores principais:Soares,Joana Bruno
Outros Autores:Lopes,Anabela; Barbosa,Manuel Pereira
Assunto:Dermatite de contacto eczema henna tatuagem PPDA
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:As tatuagens temporárias com hena são usadas tradicionalmente nos países islâmicos ou orientais para tingir o cabelo, as unhas e a pele e tem‑se tornado, nos últimos anos, uma prática frequente em estâncias de férias, onde se tem tornado uma prática comum pela ausência de risco infeccioso, aplicação indolor e limitada e baixo custo. Na preparação da hena podem ser usados produtos de origem natural ou parafenilenodiamina (PPDA), um potente sensibilizante. Apresenta‑se o caso de uma adolescente observada no serviço de urgência pediátrica por dermatite exuberante na mão, após aplicação de tatuagem de hena. Na sequência da investigação etiológica foi identificada sensibilização a PPDA através de testes epicutâneos. Os autores reportam o caso no sentido de alertar para esta prática, cada vez mais comum em crianças, que pode não ser tão inofensiva quanto aparenta