Publicação
Sintomatologia em mães de adolescentes: Comparação entre praticantes e não praticantes de actividade física
| Resumo: | RESUMO O principal objectivo deste estudo foi verificar se a prática de exercício físico poderia influenciar os sintomas breves em mães de adolescentes nas diferentes fases de desenvolvimento. Foi usada uma amostra de 180 mulheres, com idades compreendidas entre os 31 e os 55 anos (42.32 ± 5.49), tendo pelo menos um filho adolescente. O instrumento utilizado foi o BSI-18 (Brief Symptom Inventory - 18) de Canavarro (1999). Os resultados sugerem, como está referido na literatura, que os indivíduos que praticam actividade física apresentam menores níveis de ansiedade, depressão, somatização e índice geral de sintomas (IGS) do que indivíduos que não sigam tais recomendações. Nas variáveis: número de filhos, estado civil e fases da adolescência não se denotaram diferenças estatisticamente significativas, porém mães divorciadas e com maior número de filhos apresentam piores índices de saúde mental. As que praticam exercício físico têm melhor saúde. |
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| Autores principais: | Pires,Cristina |
| Outros Autores: | Baptista,Fernando; Morais,Manuel; Costa,Vera |
| Assunto: | sintomas breves actividade física adolescência maternidade |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | RESUMO O principal objectivo deste estudo foi verificar se a prática de exercício físico poderia influenciar os sintomas breves em mães de adolescentes nas diferentes fases de desenvolvimento. Foi usada uma amostra de 180 mulheres, com idades compreendidas entre os 31 e os 55 anos (42.32 ± 5.49), tendo pelo menos um filho adolescente. O instrumento utilizado foi o BSI-18 (Brief Symptom Inventory - 18) de Canavarro (1999). Os resultados sugerem, como está referido na literatura, que os indivíduos que praticam actividade física apresentam menores níveis de ansiedade, depressão, somatização e índice geral de sintomas (IGS) do que indivíduos que não sigam tais recomendações. Nas variáveis: número de filhos, estado civil e fases da adolescência não se denotaram diferenças estatisticamente significativas, porém mães divorciadas e com maior número de filhos apresentam piores índices de saúde mental. As que praticam exercício físico têm melhor saúde. |
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