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EVIDÊNCIAS SOBRE OS RISCOS PSICOSSOCIAIS E O TELETRABALHO

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Detalhes bibliográficos
Resumo:RESUMO Introdução: O Teletrabalho é uma realidade para muitos indivíduos em todo o mundo e, embora possua vantagens, existem estudos recentes que indicam que pode ter um impacto negativo na saúde mental dos trabalhadores, aumentando o risco de ansiedade, depressão e stresse. Metodologia: ​​Foi efetuada uma pesquisa da literatura, realizada em março de 2023, nas bases de dados Scopus, SciELO, PePSIC, PsycInfo, PubMed, Applied Social Sciences Index and Abstracts (ASSIA) e Web of Science. Conteúdo: O Teletrabalho permite a execução de tarefas laborais sem a necessidade de deslocação física para o local de emprego. É uma prática que tem vantagens como maior flexibilidade, autonomia, redução de custos e aumento da produtividade, mas também pode apresentar desvantagens e riscos psicossociais para os funcionários. A pandemia da COVID-19 foi um marco revolucionário em diversas vertentes a nível mundial e, neste contexto em particular, traduziu-se numa adoção massiva do modelo de Teletrabalho por várias empresas. Contudo, é imperativo definir estratégias de prevenção dos riscos psicossociais e implementar um modelo sustentável de forma a assegurar o bem-estar físico e psicológico dos indivíduos. Os artigos selecionados destacam como principais fatores de risco psicossociais o conflito “trabalho-família” e a intensidade e exigência do mesmo. Discussão/ Conclusão: É importante que todos os profissionais de saúde, e em particular os médicos do trabalho, reconheçam os principais riscos psicossociais associados ao Teletrabalho. Só através do desenvolvimento e implementação medidas preventivas será possível minimizar as consequências do mesmo e garantir um ambiente saudável para todos os funcionários.
Autores principais:Sobral,J
Outros Autores:Quental,C; Peixoto,J
Assunto:Riscos psicossociais Teletrabalho Saúde Ocupacional Saúde Mental Medicina do Trabalho Enfermagem do Trabalho
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:RESUMO Introdução: O Teletrabalho é uma realidade para muitos indivíduos em todo o mundo e, embora possua vantagens, existem estudos recentes que indicam que pode ter um impacto negativo na saúde mental dos trabalhadores, aumentando o risco de ansiedade, depressão e stresse. Metodologia: ​​Foi efetuada uma pesquisa da literatura, realizada em março de 2023, nas bases de dados Scopus, SciELO, PePSIC, PsycInfo, PubMed, Applied Social Sciences Index and Abstracts (ASSIA) e Web of Science. Conteúdo: O Teletrabalho permite a execução de tarefas laborais sem a necessidade de deslocação física para o local de emprego. É uma prática que tem vantagens como maior flexibilidade, autonomia, redução de custos e aumento da produtividade, mas também pode apresentar desvantagens e riscos psicossociais para os funcionários. A pandemia da COVID-19 foi um marco revolucionário em diversas vertentes a nível mundial e, neste contexto em particular, traduziu-se numa adoção massiva do modelo de Teletrabalho por várias empresas. Contudo, é imperativo definir estratégias de prevenção dos riscos psicossociais e implementar um modelo sustentável de forma a assegurar o bem-estar físico e psicológico dos indivíduos. Os artigos selecionados destacam como principais fatores de risco psicossociais o conflito “trabalho-família” e a intensidade e exigência do mesmo. Discussão/ Conclusão: É importante que todos os profissionais de saúde, e em particular os médicos do trabalho, reconheçam os principais riscos psicossociais associados ao Teletrabalho. Só através do desenvolvimento e implementação medidas preventivas será possível minimizar as consequências do mesmo e garantir um ambiente saudável para todos os funcionários.