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EXOSQUELETOS: O QUE SÃO E QUAIS AS SUAS POTENCIALIDADES?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:RESUMO Introdução/enquadramento/objetivos No nosso país são muito escassas as empresas que conhecem o conceito de exosqueleto e menos ainda as que o usam no quotidiano. Por esse motivo, os profissionais da Saúde e Segurança Ocupacionais facilmente não terão grandes conhecimentos sobre o assunto. Pretende-se com esta revisão assimilar o que de mais pertinente se publicou sobre o tema. Metodologia Trata-se de uma Revisão Bibliográfica, iniciada através de uma pesquisa realizada em maio de 2024 nas bases de dados “CINALH plus with full text, Medline with full text, Database of Abstracts of Reviews of Effects, Cochrane Central Register of Controlled Trials, Cochrane Database of Systematic Reviews, Cochrane Methodology Register, Nursing and Allied Health Collection: comprehensive, MedicLatina e RCAAP”. Conteúdo Tratam-se de dispositivos que ajudam na aplicação de força a diversas articulações, reduzindo a carga de trabalho, auxiliando o desempenho das tarefas laborais, podendo até aumentar a probabilidade de este ser executado de forma mais correta e com menor risco de acidente. Ou seja, são acessórios robóticos que se ajustam ao corpo humano externamente, com o objetivo de potenciar a força, resistência e/ou mobilidade, atenuando o esforço e potenciando a resiliência. São divididos em ativos, passivos e semi-ativos. Os primeiros têm motores elétricos, hidráulicos e/ou pneumáticos e, não só apoiam o movimento humano, como podem acrescentar forças e potenciar o desempenho; ou seja, têm uma fonte de energia. Os passivos apoiam o movimento, armazenando a energia do mesmo, diminuindo a ativação muscular (ainda que também possa surgir o efeito oposto) e são mais usados na indústria; são mais leves e menos complexos. Os semi-ativos estão em situação intermédia. Discussão e Conclusões Não restam dúvidas que, se a Inteligência Artificial não substituir massivamente os humanos dos postos de trabalho, estes serão auxiliados e potenciados pelo uso de exosqueletos, progressivamente aperfeiçoados e adaptados às necessidades. Seria muito interessante que as escassas instituições onde estes já existam, estudassem variáveis como alterações nos sintomas e patologias diagnosticadas, satisfação laboral, qualidade de vida, produtividade e custo-benefício, bem como eventuais riscos associados.
Autores principais:Santos,M
Outros Autores:Almeida,A; Chagas,D
Assunto:exosqueleto saúde ocupacional medicina do trabalho enfermagem do trabalho e segurança no trabalho.
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:RESUMO Introdução/enquadramento/objetivos No nosso país são muito escassas as empresas que conhecem o conceito de exosqueleto e menos ainda as que o usam no quotidiano. Por esse motivo, os profissionais da Saúde e Segurança Ocupacionais facilmente não terão grandes conhecimentos sobre o assunto. Pretende-se com esta revisão assimilar o que de mais pertinente se publicou sobre o tema. Metodologia Trata-se de uma Revisão Bibliográfica, iniciada através de uma pesquisa realizada em maio de 2024 nas bases de dados “CINALH plus with full text, Medline with full text, Database of Abstracts of Reviews of Effects, Cochrane Central Register of Controlled Trials, Cochrane Database of Systematic Reviews, Cochrane Methodology Register, Nursing and Allied Health Collection: comprehensive, MedicLatina e RCAAP”. Conteúdo Tratam-se de dispositivos que ajudam na aplicação de força a diversas articulações, reduzindo a carga de trabalho, auxiliando o desempenho das tarefas laborais, podendo até aumentar a probabilidade de este ser executado de forma mais correta e com menor risco de acidente. Ou seja, são acessórios robóticos que se ajustam ao corpo humano externamente, com o objetivo de potenciar a força, resistência e/ou mobilidade, atenuando o esforço e potenciando a resiliência. São divididos em ativos, passivos e semi-ativos. Os primeiros têm motores elétricos, hidráulicos e/ou pneumáticos e, não só apoiam o movimento humano, como podem acrescentar forças e potenciar o desempenho; ou seja, têm uma fonte de energia. Os passivos apoiam o movimento, armazenando a energia do mesmo, diminuindo a ativação muscular (ainda que também possa surgir o efeito oposto) e são mais usados na indústria; são mais leves e menos complexos. Os semi-ativos estão em situação intermédia. Discussão e Conclusões Não restam dúvidas que, se a Inteligência Artificial não substituir massivamente os humanos dos postos de trabalho, estes serão auxiliados e potenciados pelo uso de exosqueletos, progressivamente aperfeiçoados e adaptados às necessidades. Seria muito interessante que as escassas instituições onde estes já existam, estudassem variáveis como alterações nos sintomas e patologias diagnosticadas, satisfação laboral, qualidade de vida, produtividade e custo-benefício, bem como eventuais riscos associados.