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Osteoporose na Medicina Geral e Familiar: Estaremos a Fazer o Necessário?
| Resumo: | Resumo A osteoporose é uma doença óssea metabólica com elevada prevalência e impacto significativo, mas subtratada. O paradigma de abordagem da osteoporose sofreu uma mudança importante com a introdução do cálculo do FRAX (fracture risk assessment), que permite a estimativa do risco de fratura major e da anca a 10 anos, orientando a necessidade de realização de osteodensitometria óssea e início de terapêutica anti-osteoporótica. A aprovação de novos fármacos anti-osteoporóticos de administração arentérica, como o ácido zolendrónico, o denosumab e a teriparatida contribuiu para o aumento da eficácia terapêutica e o conforto posológico no tratamento da osteoporose. Pela sua proximidade e transversalidade, a Medicina Geral e Familiar tem uma posição privilegiada na avaliação do risco de queda, estimativa do risco de fratura de fragilidade, diagnóstico de osteoporose e início e monitorização da terapêutica anti-osteoporótica. Assim, e à luz da evidência científica atual, é necessária uma mudança no paradigma da abordagem diagnóstica e terapêutica da osteoporose por parte dos médicos de família. |
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| Autores principais: | Teixeira,Filipa da Costa |
| Outros Autores: | Serejo,Rita da Fonseca; Araújo,Filipe C. |
| Assunto: | Conservadores da Densidade Óssea Fraturas por Osteoporose Medicina Geral e Familiar Osteoporose/tratamento farmacológico Osteoporose Pós-Menopausa/tratamento farmacológico |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Resumo A osteoporose é uma doença óssea metabólica com elevada prevalência e impacto significativo, mas subtratada. O paradigma de abordagem da osteoporose sofreu uma mudança importante com a introdução do cálculo do FRAX (fracture risk assessment), que permite a estimativa do risco de fratura major e da anca a 10 anos, orientando a necessidade de realização de osteodensitometria óssea e início de terapêutica anti-osteoporótica. A aprovação de novos fármacos anti-osteoporóticos de administração arentérica, como o ácido zolendrónico, o denosumab e a teriparatida contribuiu para o aumento da eficácia terapêutica e o conforto posológico no tratamento da osteoporose. Pela sua proximidade e transversalidade, a Medicina Geral e Familiar tem uma posição privilegiada na avaliação do risco de queda, estimativa do risco de fratura de fragilidade, diagnóstico de osteoporose e início e monitorização da terapêutica anti-osteoporótica. Assim, e à luz da evidência científica atual, é necessária uma mudança no paradigma da abordagem diagnóstica e terapêutica da osteoporose por parte dos médicos de família. |
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